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Rede Gospel Amados de Deus

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sábado, 15 de maio de 2010

Netanyahu recorre à Bíblia para reivindicar Jerusalém

REDE GOSPEL AMADOS DE DEUS

O Primeiro-Ministro de Israel recorreu, na última quarta-feira, à Bíblia para reafirmar o direito do seu país a Jerusalém, cidade disputada por judeus e palestinianos.

Numa sessão parlamentar por ocasião dos 43 anos da conquista israelita, à Jordânia, de Jerusalém Oriental, Benjamin Netanyahu disse que “o nome Jerusalém e a sua versão hebraica Sion aparecem 850 vezes no Velho Testamento, o documento mais sagrado dos judeus”.

“Recomendo-vos que verifiquem quantas vezes Jerusalém é mencionada nas escrituras sagradas de outros credos”, disse.

Israel costuma referir-se a Jerusalém como a capital “eterna e indivisível” – designação que não é reconhecida internacionalmente. Os palestinianos reivindicam a zona Oriental como capital do seu futuro Estado. Jerusalém – destruída como capital dos judeus pelos romanos no século I – foi uma cidade cristã sob os seus sucessores bizantinos, até ficar, no século VII, sob domínio árabe muçulmano. Cruzados europeus recuperaram-na e ocuparam-na durante mais cem anos. Posteriormente, esteve 700 sob controlo islâmico, até que os britânicos, em 1917, derrotaram os turcos otomanos.

Em 1947, quando os britânicos preparavam a descolonização, a ONU propôs que a cidade ficasse sob controlo internacional, como um “corpus separatum”.

A proposta acabou por ficar sepultada com a criação de Israel: o Estado judeu ficou com a parte oeste e a Jordânia, com o leste, até à Guerra dos seis Dias (1967), altura em que passou para o domínio judaico. Ao todo, 750 mil pessoas vivem num município com limites definidos por Israel, mas sem reconhecimento internacional. Dois terços da população são de judeus. Os restantes são muçulmanos palestinianos. Jerusalém também é considerada a terceira cidade mais sagrada do Islão, atrás de Meca e Medina, porque tem a mesquita de Al Aqsa, numa praça venerada por judeus por conter os vestígios de dois templos de épocas bíblicas.

Pressionado por um parlamentar da minoria árabe de Israel, Netanyahu ofereceu uma aula de religião comparada.
“Jerusalém é citada 142 vezes no Novo Testamento e nenhum dos 16 nomes árabes de Jerusalém é citado no Alcorão”, disse.

Netanyahu não citou, no discurso, as negociações indirectas com os palestinianos, que recomeçaram, sob mediação dos Estados Unidos, após um hiato de 18 meses, mas prometeu que Israel vai preservar Jerusalém intacta para si, assegurando “a liberdade de culto nos seus templos”.

Israel proibiu, nos últimos anos, várias vezes os muçulmanos de rezarem em Al Aqsa. Cristãos da Cisjordânia também se queixam de dificuldades no acesso às igrejas hierosolimitas.

Fonte: Jornal de Angola
Extraído: O Verbo

Cristãos, juristas e ONGs gays divergem sobre união civil gay na Câmara dos Deputados

REDE GOSPEL AMADOS DE DEUS


Um debate bastante polarizado dominou o clima da audiência pública sobre o Estatuto das Famílias na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) nesta quarta-feira. O Estatuto engloba diversos projetos de lei (PL 674/07 e 2285/07, entre outros) e, em alguns deles, existe a regulamentação da união entre pessoas do mesmo sexo e da adoção feita por esses casais.



Críticos e defensores da união civil de homossexuais colocaram seus argumentos diante do plenário lotado, onde evangélicos contrários à união de pessoas do mesmo sexo estavam em maioria.



Para tentar chegar a um acordo, o presidente da CCJ e relator do Estatuto das Famílias, deputado Eliseu Padilha (PMDB-RS), disse que diante de tantas diferenças e dúvidas, vai tentar encontrar um meio termo.



Para o presidente da Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais, Toni Reis, não se trata de casamento, mas sim de garantir direitos civis. “Envolve essa questão da herança, de planos de saúde, de adoção. Nós queremos nem menos nem mais, queremos direitos iguais. Nós não queremos é o casamento, nesse momento não é a nossa pretensão. O que nós queremos são os direitos civis”, diz Toni.



Toni Reis citou declarações das organizações das Nações Unidas (ONU) e dos Estados Americanos (OEA) para defender o direito ao reconhecimento da união civil e da adoção entre pessoas do mesmo sexo. Ele destacou que o Governo Lula também apoia a reivindicação e mencionou o programa Brasil sem Homofobia, coordenado pela Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República. “O Brasil é um Estado laico e queremos o que a Constituição preconiza, direitos civis”, argumentou.



O pastor da Assembleia de Deus Silas Malafaia afirmou que conceder os diretos civis é a porta para depois aprovarem o casamento. Ele defendeu que a família é o homem, a mulher e a prole, sendo que a própria Constituição defende esse desenho familiar. Malafaia trouxe o debate para o contexto político das eleições presidenciais.



“Eu ouvi os homossexuais fazerem aqui pronunciamentos dizendo que o presidente os indicou para a ONU, que o presidente os apoia totalmente, então nós evangélicos, que representamos 25% da população, temos que pensar muito bem em quem vamos votar para presidente da República”, avisou.



Malafaia questionou se outros comportamentos poderiam, futuramente, virar lei. “Então vamos liberar relações com cachorro, vamos liberar com cadáveres, isso também não é um comportamento?” O pastor foi muito aplaudido durante sua exposição.



Na mesma linha crítica, o pastor da Igreja Assembleia de Deus Abner Ferreira afirmou que o Estatuto das Famílias seria, na verdade, o Estatuto da Desconstrução da Família. Segundo ele, ao admitir a união de pessoas do mesmo sexo, a proposta pretende destruir o padrão da família natural, em vez de protegê-la. Ele disse que todas as outras formas de família são incompletas e que toda manobra contrária à família natural deve ser rejeitada.



Fonte: Câmara dos Deputados



Divulgação: www.juliosevero.com



Postado: http://redegospelamadosdedeus.blogspot.com/

Um dos fundadores do Hamas converte-se ao Cristianismo

REDE GOSPEL AMADOS DE DEUS


Em 1987, o xeque palestino Hassan Yousef foi um dos sete fundadores do Hamas, grupo extremista islâmico que atua na Cisjordânia e na Faixa de Gaza. Os radicais da organização já comandaram 350 atentados contra israelenses provocando mais de 500 mortes. Seu filho, Mosab Hassan Yousef, 32 anos, é o autor do livro Filho do Hamas (Sextante), que chegou às livrarias brasileiras na semana passada. Na obra, revela como colaborou para o serviço secreto israelense, o Shin Bet, e explica por que converteu-se ao cristianismo. Yousef conversou com o repórter Duda Teixeira, pelo telefone, de Nova York.


Seu pai é um imã. Ele pregava o Islamismo nas mesquitas e ajudou a fundar o Hamas. O que o levou a converter-se ao Cristianismo? Depois de ser preso pelos soldados israelenses por porte de armas, em 1996, fui levado à prisão em Megiddo, Israel. Dentro do prédio, os detentos eram divididos segundo a filiação. Havia a ala do Hamas, que era a maior, a do Fatah, a da Jihad Islâmica e outras. Eu fiquei na do Hamas. Do interior das celas, testemunhei o que os integrantes do grupo faziam com seus próprios colegas. Quando os líderes do Hamas suspeitavam que um dos nossos estivesse dando informações aos israelenses, eles o torturavam. Havia interrogatórios diários. Isso fez com que eu repensasse alguns conceitos. Era um grau de brutalidade que nem mesmo os israelenses tinham conosco. Saí da prisão um pouco desnorteado. Mais tarde, comecei a estudar a Bíblia com amigos. O livro falava em “amar os seus inimigos”, o que fez todo sentido para mim.


Quem eram os torturadores? Como eles procediam? Eram os homens que integram o braço de segurança do Hamas. Quando iam punir alguém, esvaziavam uma cela e ligavam a televisão em volume bem alto para que os outros não ouvissem os gritos de desespero. Na falta de uma televisão ou rádio, começavam a rezar bem alto. Então, colocavam agulhas embaixo das unhas dos suspeitos. Derretiam embalagens plásticas e as colocavam sob a pele das pessoas. Queimavam cabelos e pelos. Eram sessões de aproximadamente meia hora. Às vezes, impediam o interrogado de dormir por vários dias. Entre 1993 e 1996, dezesseis pessoas foram mortas pelo Hamas em prisões israelenses. Sob tortura, as vítimas confessavam as coisas mais absurdas. Como eu digitava rápido, fui chamado para redigir muitos desses depoimentos. Era loucura. Depois, entregavam as confissões para os familiares. Caso o detento fosse solto, seus parentes e amigos passavam a evitá-lo. A vida social dele acabava.


O Hamas continua usando as mesmas práticas? Provavelmente, mas não na mesma intensidade como no passado. Meu pai esteve detido em Megiddo e coibiu muito as torturas. Ele mudou o jeito de pensar daqueles homens. Mas o Hamas continua praticando-as. Quando pensam que alguém colabora com Israel, torturam e matam. É isso o que está acontecendo na Faixa de Gaza agora. Ao contrário do que diz o Hamas, Israel não é o principal inimigo dos palestinos, e sim os próprios palestinos.


Um dos principais desafios do mundo hoje é conseguir que o Hamas participe das negociações de paz. Existe a possibilidade de o grupo sentar-se com os rivais do Fatah e com o governo de Israel para conversar? Os líderes do Hamas até podem dizer que buscam uma solução e dizer que abrem mão de Jerusalém como capital. Mas eles não manterão a palavra simplesmente porque o Deus deles não permite isso. É um bloqueio religioso. O Hamas não reconhece Israel. Ponto. O Corão diz que os israelenses são macacos e porcos. Toda vez que algum representante do grupo obtem algum progresso, esbarram no muro da ideologia ou no da religião.


Agora que você se converteu ao cristianismo, como enxerga as diferenças entre o Corão e a Bíblia? Não é justo comparar os dois livros. O Corão está cheio de ódio, de ignorância, de erros. Não tem ética. É um livro doente que deveria ser banido das escolas, das bibliotecas, das mesquitas. A Bíblia, por outro lado, tem Jesus Cristo, que foi perseguido, torturado, e mesmo assim continuou amando as pessoas e seus opressores. Os dois livros têm deuses completamente diferentes. Um, o do Islã, é o do ódio. O deus da Bíblia é o do amor. Muitas coisas que fiz durante o meu trabalho com o Shin Bet foram inspiradas pelos ensinamentos de Jesus Cristo. Tenho um amor incondicional por ele. Cristo é o meu herói.


Mas a Bíblia também foi usada para justificar torturas e mortes durante a Inquisição, por exemplo. Ok… Mas essas coisas foram feitas por pessoas que não entenderam a principal mensagem da Bíblia. Não compreenderam as falas de Jesus Cristo, que é o nosso maior exemplo. O amor incondicional de Jesus não é um capítulo separado do livro, mas sua principal mensagem.


Você não teme promover o ódio entre religiões e se tornar um fundamentalista cristão? Eu sei quais são as minhas responsabilidades. Não quero promover uma rixa entre religiões. Eu amo os muçulmanos. Falo com eles com carinho. Mas preciso ajudar a consertar a religião deles. Ser forte e dizer a verdade, mesmo que isso possa causar confrontações. No mais, não há o risco de eu incitar uma guerra religiosa porque isso já acontece no Oriente Médio. Não seria algo novo.


Fonte: Veja.com

SERÁ QUE SOU HOMOFÓBICO?

REDE GOSPEL AMADOS DE DEUS

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A revista veja, desta semana, trouxe como reportagem de capa uma tendenciosa reportagem onde aborda a alegria de ser homossexual e fez isso com um viés jovem. Encontrei em meus arquivos este excelente texto do Rev. Wayne Perryman.

Rev. Wayne Perryman


O dicionário define homossexualidade como: “que deseja alguém do mesmo sexo [gênero] ou o ato de ter sexo com alguém do mesmo sexo [gênero]”. Em outras palavras, é uma conduta sexual feita com alguém do mesmo sexo. O dicionário não definiu esse termo como duas pessoas do mesmo sexo que por acaso se amam.

Simplificando: tanto a homossexualidade quanto a heterossexualidade tratam de sexo. Uma expressão sexual está perfeitamente em harmonia com a maneira como a natureza designou nossos corpos para propósitos reprodutivos (heterossexualidade), enquanto a outra não (homossexualidade). Nenhuma das duas expressões sexuais tem algo a ver com amor. Ambas são condutas sexuais expressas por meio de contato físico entre duas ou mais pessoas.

A atividade sexual pode ser uma expressão de amor, mas o próprio sexo não é amor. Todos os adultos maduros sabem que sexo e amor são duas coisas diferentes. O amor puro não é expresso na maior parte das vezes de forma sexual.

Pais que amam seus filhos darão a vida por eles, mas eles nunca têm sexo com os filhos. Soldados deram a vida — a expressão máxima de amor conforme a Bíblia (João 15:13) — por um colega de farda (do mesmo sexo), mas eles nunca tiveram sexo com seu colega. Irmãos e irmãs têm sacrificado a vida por seus irmãos doando os próprios órgãos para salvar a vida do outro, enquanto outros têm deixado sua herança inteira para seus irmãos, mas em ambos os casos essas expressões de amor jamais incluíram sexo.

O ato sexual é meramente um ato físico que é na maior parte das vezes expresso na privacidade do lar. Portanto, esse ato não deve ficar sob a proteção de leis de direitos civis. Seu devido lugar de proteção são as leis de privacidade, não leis de direitos civis. As leis deveriam ser criadas para desestimular condutas criminosas, não apoiar condutas sexuais privadas.

Quando gays disseram que nasceram desse jeito e se compararam com negros, uma criança negra escreveu:

Meu ato sexual não me fez negro

Isso é algo que os gays não podem dizer

Pois é fato que o ato sexual deles

É o que os faz gays

A homossexualidade e a heterossexualidade são comportamentos sexuais que se expressam. Não são condições físicas como a cor negra ou branca.

Havendo dito isso, será que sou homo-fóbico se eu não gostar, não aceitar ou não me sentir bem com a expressão (conduta) sexual dos gays? Homo-fóbico significa temer ou odiar o indivíduo gay ou homossexual que se engaja em tal conduta? Antes de responder a essa pergunta, por favor permita-me compartilhar com você outras condutas com as quais não me sinto bem.

* Não gosto de (ou não me sinto bem com) heterossexuais que se exibem com gestos escandalosos em público quando podem fazê-lo na privacidade de seus lares. Será que sou hetero-fóbico e odeio heterossexuais?

* Não gosto de (ou não me sinto bem com) indivíduos que traem o cônjuge. Isso significa que tenho fobia e ódio dos que traem seus cônjuges?

* Não gosto (ou não me sinto bem) quando meus filhos se comportam como membros de gangue. Será que odeio ou temo meus filhos? Será que isso é fobia dos próprios filhos?

* Não gosto (ou não me sinto bem) quando motoristas fazem ultrapassagens perigosas em outros motoristas. Será que tenho ódio ou fobia de motoristas?

* Não gosto (ou não me sinto bem) quando meus irmãos e irmãs negros usam a palavra “preto”. Isso significa que tenho medo e ódio de meus irmãos e irmãs afro-americanos?

* Não gosto de (ou não me sinto bem com) muitos dos meus maus hábitos. Será que tenho ódio e medo de mim mesmo?

Imagino que você está entendendo o que estou querendo dizer. Só porque não gosto de certas condutas ou não me sinta bem com certas condutas, isso não significa que temo ou odeio a pessoa que se engaja em tal conduta.

Não devemos permitir que outros nos rotulem ou coloquem em nós um peso de culpa naqueles entre nós que não gostamos, não aceitamos e não nos sentimos bem com o estilo de vida homossexual. Tenho certeza de que mesmo dentro da população homossexual há certas condutas que eles não gostam, mas isso significa que eles temem ou odeiam as pessoas que demonstram tal conduta?

Eu odeio ou temo gays? Absolutamente não! Se eu visse alguém tentando prejudicar fisicamente um gay, como cristão e tal qual o “Bom Samaritano” da Bíblia, eu seria um dos primeiros a socorrê-lo, não porque o indivíduo prejudicado é gay, mas porque ele, como eu mesmo, é amado por Deus. (João 3:16)

Considerações finais: Conforme declarei antes, os gays muitas vezes comparam sua experiência com a experiência dos negros, mas os negros nunca tiveram a opção de esconder sua pele negra no armário para escapar ou evitar perseguição. E nós nunca fomos odiados por causa de nossa conduta. Nós éramos odiados simplesmente porque éramos negros.


Fonte: Americans for Truth


Soli Deo Glória.


Pr. Luiz Fernando R. de Souza

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  • sexta-feira, 14 de maio de 2010

    Mensagens que Edificam - O Cristão e a Guerra - Parte I


    REDE GOSPEL AMADOS DE DEUS

    E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; e domine sobre os peixes do mar, e sobre as aves dos céus, e sobre o gado, e sobre toda a terra, e sobre todo o réptil que se move sobre a terra. (Gênesis 1:26)

    Nessa passagem podemos ver que Deus quando fez o homem e deu a ele o domínio sobre todas as coisas, ou seja, sobre tudo. E porque Deus deu o domínio sobre tudo especificando cada coisa?

    Ora Deus sabia que satanás o inimigo numero um (1) do homem poderia transformar-se em qualquer coisa para enganar-lo e assumir o domínio sobre a raça humana e do mundo.

    Quando Adão e Eva deixaram de obedecer a Deus para obedecer á serpente (o diabo) automaticamente o homem tirou o domínio que pertencia a ele e entregou ao diabo, inclusive o domínio de sua própria vida.

    Somos servos daquele a quem obedecemos. Si obedecemos a Deus a Deus, se ao mundo ao mundo, se ao diabo ao diabo e se a nos mesmos a nos mesmos.

    Se nós analisarmos cada dia que passa o ser humano perde mais o controle das coisas, que estão ao seu redor. O ser humano vive correndo atrás de dominar aquilo que foi perdido.

    a) Da Natureza: Hoje o ser humano perdeu o controle da natureza, por isso a natureza faz o que quer matando ao homem.

    b) Dos Animais: Hoje vemos pessoas serem mortas por animais que antes eram dominados pelos homens.

    c) Da Família: Hoje vemos filhos matarem seus pais por coisas mínimas.

    d) Da sua própria vida: O homem já perdeu o domínio sobre si mesmo, vivendo a vida de qualquer forma dominada pelos vícios, pelo pecado pelo diabo e pelo mundo.

    e) Do diabo: Os espíritos enganadores têm dominado a vida do ser humano o fazendo desacreditar em Deus e na sua salvação através da fé em Jesus

    A igreja dos dias atuais esqueceu que essa foi a maior finalidade da vinda e de todo o sacrifício do Senhor Jesus, Ele veio justamente pra vencer esse domínio que o homem entregou ao diabo. “... Para isto o Filho de Deus se manifestou: para desfazer as obras do diabo”. (1ª João 3:8).

    Ele agarrou o domínio do mundo, do pecado e do diabo e encravou na cruz, vencendo todos os males. “Havendo riscado a cédula que era contra nós nas suas ordenanças, a qual de alguma maneira nos era contrária, e a tirou do meio de nós, cravando-a na cruz. E, despojando os principados e potestades, os expôs publicamente e deles triunfou em si mesmo”. (Colossenses 2: 14, 15)

    Vivemos em uma época difícil da igreja de Jesus, Igreja de Jesus vive o seu pior tempo, os cristãos atuais vivem frustrados e decepcionados com sua vida e com sua fé.

    Alguns buscam culpados para os seus fracassos, e esquecem que há um plano do diabo para que a igreja fracasse, fazendo com que o sacrifício de Jesus torne-se em vão.

    Os cristãos esqueceram com o passar do tempo do sofrimento que o Senhor passou naquela cruz por eles, permitindo outra vez ser dominado pelo mundo pelo pecado pelo diabo e por si mesmo.

    Quando aceito o mal na minha vida, e o sofrimento desse mundo como algo normal, eu estou aceitando automaticamente esse domínio do diabo sobre a minha vida.

    Muitos confundem o sofrimento cristão com os males provocados pelo pecado e pelo diabo. O sofrimento que teríamos que passar por Jesus, são as perseguições, as calúnias e dor por amor ao próprio Jesus e não os males que esse mundo oferece á aqueles que não assumiram a sua posição de cristãos diante de Deus.

    Temos visto as pessoas com a bíblia na mão com o nome de Jesus na boca, com o Espírito Santo no coração, mas com o fracasso em suas vidas, fracassos na família, doentes, com problemas financeiros crônicos, e sem paz interior, e muitos estão vivendo assim porque aceitam como se fosse provações ou como se fosse o sofrimento cristão.

    É importante que saibamos que quem veio trazer males ao mundo foi o diabo “O ladrão não vem senão a roubar, a matar... mas o Senhor Jesus não veio trazer sofrimento e sim veio para dar vida e vida abundante... eu vim para que tenham vida, e a tenham com abundância. (João 10:10)

    Enquanto a igreja não assumir a sua posição de combate contra o mal que a domina vivera nesse mundo fracassada passando pelos mesmos problemas e vivendo a mesma vida que as pessoas que não crêem e não aceitaram ao Senhor Jesus.

    Enquanto os cristãos viverem aceitando o sofrimento como algo normal, ou como se fosse o próprio Deus as provando, viverão fracassadas e baixo o domínio do diabo do pecado e do mundo.

    Quando eu aceito os males desse mundo na minha vida, e como se eu estivesse dizendo que tudo o que o Senhor Jesus fez por mim foi sem valor, inútil e como se cresse que o seu sacrifício tivesse sido em vão.

    Muitos cristãos vivem uma vida de covardia diante dessa verdade, por medo, por falta de entendimento ou pelo simples fato de estarem acomodadas na sua fé.

    Esses cristãos não cooperam com o avanço do evangelho e ainda vive uma vida crista de tristeza e vergonha sem glorificar o nome do Senhor Jesus, pois se tornaram reféns do diabo e vivem iguais às pessoas que não crêem em Deus.

    Vivemos em uma guerra constante ou vencemos ou somos vencidos, Jesus veio venceu por nos e nos deixou todas as armas necessárias para seguirmos vencedores, nos que nos conformamos com os padrões desse mundo e não assumimos a nossa posição de combate.

    “E não sede conformados com este mundo, mas sede transformados pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus”. (Romanos 12:2)

    Isso é questão de escolha é questão de assumir a posição de cristão, o lado em que realmente fazemos parte, ou da igreja vencedora, a qual Jésus morreu por ela, ou de uma igreja fracassada dominada por satanás e seus demônios.

    Enquanto a igreja não se conscientizar que vivemos em uma guerra espiritual constante, vivera a margem do sofrimento e do domínio de satanás e do mundo.

    Muitos cristãos não querem assumir a sua posição de igreja e se intimidam contra o ataque daquele que foi derrotado na cruz pelo Senhor Jesus e preferem seguirem dominados que dominar.

    Muitos pensam que esse domínio passa a fazer parte quando aceitamos a Jesus como salvador e isso não e verdade porque eu posso ter Jesus como salvador e seguir uma vida de fracassos.

    O que me faz fazer parte da igreja vencedora é assumir a minha posição de cristão diante de Deus dos homens e do próprio diabo, porque a bíblia e bem clara quando diz: “Sujeitai-vos, pois, a Deus, resisti ao diabo, e ele fugirá de vós”. (Tiago 4:7).

    Só existe uma forma de vivermos livre desse domínio é vivendo uma fé viva e autentica no Senhor Jesus e no Seu poder, longe de tudo aquilo que satisfaz ao mundo e ao diabo por isso a bíblia diz conservando-se a si mesmo, ou seja, é cuidando da nossa fé do seu comportamento diante de Deus dos homens e do diabo que nos faz ser protegido impedindo o domínio do mal sobre a minha vida.

    “Sabemos que todo aquele que é nascido de Deus não peca; mas o que de Deus é gerado conserva-se a si mesmo, e o maligno não lhe toca. (I João 5:18).

    Deus é um Deus cuidadoso, zeloso pelo seu povo por isso podemos ler na bíblia a seguinte expressão: “Mas fiel é o SENHOR, que vos confirmará, e guardará do maligno”. (II Tessalonicenses 3:3)

    Porem não adianta ter apenas conhecimento das escrituras para vencer, pois temos vistos cristãos a anos dentro das igrejas e vivem uma vida pior que muitos incrédulos e não é por causa das provas nem das dificuldades por amor a Cristo nem pela perseguição mas sim pela acomodação, pela aceitação do mal em suas vidas como antes já havíamos dito.

    O que na verdade precisamos e usar aquilo que nos foi confiado o poder e o domínio sobre o mal, o domínio que Adão perdeu, mas que o Senhor Jesus conquistou na cruz através do seu sacrifício.

    É o uso da fé que nos faz vencedores. “Porque todo o que é nascido de Deus vence o mundo; e esta é a vitória que vence o mundo, a nossa fé”. (I João 5:4), pois a fé sem obras é morta. “Mas, ó homem vão, queres tu saber que a fé sem as obras é morta?” (Tiago 2:20).




    Diga-nos como voce se sente após a oração, deixando seu comentário.

    Pastor Amilton Farias Fundador do Projeto New For Life.
    Colunista dos Sites: www.newforlife.com.br - www.atosdois.com.br http://redegospelamadosdedeus.blogspot.com/ - http://cruzadadefesaevangelho.blogspot.com/

    terça-feira, 11 de maio de 2010

    Aproximadamente 60% dos jovens não continuam na igreja depois do período escolar

    REDE GOSPEL AMADOS DE DEUS


    EstudantesEUA – O que inicialmente começou como projetos de investigação sobre o êxodo dos jovens das igrejas depois do ensino médio e da faculdade se transformou em um movimento para ajudar a nova geração a prosperar em sua fé.


    Aproximadamente apenas 40% dos jovens continuam na igreja depois da formatura, o que significa que 60% se desviam nesse período. Apenas 16% dos calouros da faculdade se sentem bem preparados pelos ministérios de jovens de suas igrejas para continuarem na igreja depois do período escolar.


    O Instituto Juventude Completa, nos Estados Unidos, intitulou a ação de “Movimento Fé Fortalecida”. O objetivo é ajudar os adolescentes a desenvolver e a não abandonar a fé.


    Com muitos estudantes deixando sua fé durante a faculdade, o Instituto Juventude Completa abordou o sério assunto da pesquisa e começa a desenvolver um sistema operacional e recursos voltados aos grupos de jovens do ensino médio nos Estados Unidos.


    O Instituto lançou a versão piloto de um novo currículo para fortalecimento da fé entre os jovens, com o objetivo de obter um feedback de pastores antes de liberar a versão revisada e completa no próximo ano.


    O propósito da iniciativa é ajudar os alunos a desenvolver uma fé que faça parte dos seus pensamentos e emoções interiores, e pois isso também exteriorizada nas escolhas e ações.


    Esses comportamentos incluem a frequência regular à igreja, leitura da bíblia, oração e o afastamento de comportamentos de risco, como o consumo de álcool.


    Pesquisa realizada pelo Instituto revelou que os jovens não estão abandonando a sua fé por causa de um ambiente universitário hostil – como professores universitários e seus colegas que confundem suas crenças. O interesse na espiritualidade também não foi encontrado como uma ameaça à fé cristã.


    Na verdade, de acordo com o professor associado de Sociologia na Faculdade de New Jersey, Tim Clydesdale, “o que muitos estudantes universitários estão fazendo, no entanto, é armazenar as suas crenças e práticas religiosas em um cofre de identidade”, explicou.


    O Instituto mostra que o desenvolvimento da identidade cristã é fundamental para a criação de fé inabalável. Identidade, o instituto diz, é uma mistura daquilo que pensamos sobre nós mesmos e que os outros pensam e retratam de nós, o que inevitavelmente influencia, se não determina, as escolhas que fazemos e a forma como nos relacionamos com Deus e com os outros.


    O novo currículo de ensinamento cristão do Instituto para os jovens oferece exercícios para os alunos pensarem sobre sua fé e a sua identidade e onde querem estar, particularmente na sua relação com Deus, daqui a um ano. Ele também aborda o problema de muitos estudantes universitários continuarem em uma igreja após a formatura.


    O novo projeto foi criado após o Instituto lançar o Transition College Project, um conjunto de iniciativas que orientou mais de 400 grupos de jovens formados nos Estados Unidos durante a sua transição para a faculdade.


    O objetivo do projeto foi compreender melhor a dinâmica da vida a partir da juventude, e identificar atitudes que os pais, líderes de jovens, igrejas e os próprios alunos poderiam seguir para a trajetória ao longo da vida de fé e de serviço a Deus.


    Com informações do Portal CpadNews