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Rede Gospel Amados de Deus

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terça-feira, 18 de maio de 2010

A Palavra Boas Novas

REDE GOSPEL AMADOS DE DEUS

Silêncio, Apesar das Boas Novas | Pr. Dilson Mendonça

2 Reis 7:9 - Então disseram uns para os outros: Não fazemos bem; este dia é dia de boas novas, e nos calamos; se esperarmos até à luz da manhã, algum mal nos sobrevirá; por isso agora vamos, e o anunciaremos à casa do rei.

Quatro leprosos viviam do lado de fora da porta de Samaria, que estava morrendo de fome, por causa do cerco das tropas inimigas. Achando que, de uma forma ou de outra morreriam, resolveram ir ao arraial dos inimigos, para pedir comida. Em lá chegando, encontraram as tendas sem soldados, mas com abundância de comida. Após se fartarem e se vestirem, resolveram ir até o seu rei, para dar-lhe as boas notícias: “Este é dia de boas novas e nos calamos...” (II Reis 7:9).

Por que não compartilhamos com os mais necessitados as boas coisas que recebemos do Senhor? Será porque tememos ficar em falta, caso repartamos o que temos? Será porque experiências passadas de ingratidão nos tornaram indignados e insensíveis? Ou será porque nosso egoísmo é muito maior do que imaginamos?

Houve um jovem que, ao saber que Jesus precisava de comida, deu a Ele seu lanche inteirinho: cinco pães e dois peixes. Quando nos sentimos tocados pela compaixão e resolvemos compartilhar o que temos, através do Senhor, o milagre multiplicador sempre acontece: Ele aceita nossa pequena oferta, Ele abençoa, Ele multiplica, Ele atende aos necessitados. Hoje, como todos os dias, é dia de boas novas!

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Marina Silva - Seu Perfil esta na Rede

REDE GOSPEL AMADOS DE DEUS

A filha da floresta (Marina Silva - Perfil)

Senadora, que oficializa hoje sua pré-candidatura à Presidência pelo PV, nasceu em seringal no Acre, fez a carreira política na luta ambiental e foi ministra de Lula até 2008, quando saiu após seguidas derrotas no governo (FSP, 16/05/2010)


Marina Silva

Foto: ecourban
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Em maio de 2008, um grupo de ambientalistas distribuiu, na cerimônia de abertura da 3ª Conferência Nacional do Meio Ambiente, um adesivo verde-amarelo com os dizeres "Marina Silva Presidente".
O intuito daqueles simpatizantes da então ministra do Meio Ambiente era pressionar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que participaria do ato, a considerar o nome de sua colaboradora para sucedê-lo.
A tentativa falhou. Lula soube da manobra e preferiu não ir ao evento. Seis dias depois, Marina deixava o governo -e dava o primeiro passo para lançar, por outros caminhos, a candidatura proposta pelo adesivo. A então ministra Dilma Rousseff, com quem acumulara divergências no governo, já era àquela altura a preferida de Lula.
Numa trajetória incomum, que faz lembrar a do próprio Lula, Maria Osmarina Silva saiu dos seringais do Acre, onde viveu até os 16 anos, ainda analfabeta, para ganhar reconhecimento internacional na defesa do ambiente, tornar-se ministra e postular à Presidência.
O PV lança oficialmente sua pré-candidatura hoje, no Rio.
"Marina sempre foi a mais desembaraçada", lembra o pai, Pedro, 82, orgulhoso da "coragem dela de enfrentar essa barra" -a disputa eleitoral. Quando a filha tinha menos de cinco anos, ele caminhou 22 horas em um dia para buscar as "45 injeções" que a curaram de uma leishmaniose.
Marina, 52, nasceu em um dia chuvoso do inverno acriano, em fevereiro de 1958. Foi a avó Júlia quem fez o parto na localidade de Breu Velho, no seringal Bagaço, distante 70 quilômetros de Rio Branco. Era a segunda filha do cearense Pedro Augusto da Silva, que migrou na tentativa de ganhar a vida com a extração de látex. Lá, casou com Maria Augusta.
Enquanto o pai trabalhava nos seringais e a mãe, na roça de subsistência, o cuidado dos oito filhos -foram 11 ao todo, mas três morreram ainda bebês- ficava a cargo da avó.

Floresta e religião
A menina Marina encantava-se com as lendas e os segredos da floresta contados pelo tio Pedro Mendes, uma espécie de xamã, que conviveu dos 12 aos 30 anos com índios do Alto Rio Madeira antes de ir para o Acre ao encontro da família. "Ele tinha o saber católico, mas tudo era adaptado ao mundo do xamanismo", conta Marina.
Se vieram do tio o amor pela floresta e o respeito à cultura indígena, foi da avó Júlia, com quem viveu dos 5 aos 14 anos, que herdou o fervor religioso. Ela doutrinava a neta com passagens retiradas de uma inseparável Bíblia em papel cuchê com reproduções dos afrescos pintados por Michelangelo na Capela Sistina.
"Eu aprendi a falar fazendo minhas orações com minha vó", lembra Marina, que também sempre anda em companhia de sua Bíblia.
Aos 14 anos, depois de perder a mãe e ver a irmã mais velha se casar, a adolescente acabou assumindo o papel de chefe da casa, enquanto o pai passava o dia trabalhando no seringal. "Eu ia e voltava da cidade com meus irmãos", lembra ela, que os levava na tentativa de curar doenças como malária e meningite. Muitas vezes, precisava caminhar 11 horas com um irmão no colo para chegar às margens do rio Acre e pegar um barco para Rio Branco.
Marina se emociona ao lembrar de quando precisou mentir a um taxista para que ele aceitasse levar no carro a irmã Dóia, com meningite, ao hospital. Afirmou que era malária.
"Fomos abraçadas no banco de trás até Rio Branco. A febre era muito alta e ela vomitava, fiquei com a roupa molhada e toda suja de vômito", conta. "Eu tinha uma convicção muito grande de que devia ir até as últimas consequências, tinha fé em Deus de que aquela doença não pegaria em mim", lembra. Dóia ficou mais de um mês internada e sobreviveu.
Ainda criança, Marina encantou-se pela cidade. Foi em Rio Branco que viu pela primeira vez uma árvore de Natal. Fora à cidade para tentar curar o que hoje acredita ter sido uma intoxicação originada do tratamento da malária. De volta ao seringal, só falava nas luzes e bolas coloridas.
Aos 16 anos, já estava decidida a se mudar para a capital. Queria cuidar da saúde, estudar e seguir o que acreditava ser sua vocação -tornar-se freira.
Àquela altura, a jovem que aprendera as quatro operações da matemática em uma noite para não ser enganada pelos compradores de látex ainda não sabia ler e escrever. Foi morar em Rio Branco, na Casa Madre Elisa, um pré-noviciado. Limpava a cozinha e cuidava da horta. Estudava no Instituto Imaculada Conceição.
A colega Maria Auxiliadora Ribeiro, a Dôra, lembra que Marina vestia saias longas, cores escuras, e dificilmente mostrava os ombros. "Não foi coisa do colégio de freiras. A gente usava vestido curto. Ela, nunca. E jamais soltava o cabelo."
Em quatro anos, Marina foi do analfabetismo ao vestibular, passando por um curso supletivo. O sonho de ser noviça durou dois anos e oito meses. Ela se digladiava com a polêmica entre freiras conservadoras e progressistas.
As primeiras tachavam de comunista quem era ligado às Cebs (Comunidades Eclesiais de Base), incluindo o bispo e o sindicalista Chico Mendes. "Aquilo me incomodava porque sabia que o que o bispo comunista e o Chico Mendes comunista faziam era defender os seringueiros e os índios", diz.

Fome
O discurso da igualdade exercia forte atração sobre ela, que conheceu a fome de perto. Quando o pai certa vez decidiu tentar a sorte em Manaus e, depois, em Belém, a família enfrentou muitas dificuldades. Marina lembra de uma noite de Natal em que havia apenas farinha e um ovo na casa. Só os mais novos comeram.
Ela conheceu Chico Mendes em um curso da ala progressista da Igreja Católica, em 1976. Começaram a ter contato e ele a apresentou a leituras clandestinas sobre direitos dos trabalhadores. "Eu entrei em conflito e saí do convento", conta ela.
A convivência com Chico a levou ao PRC (Partido Revolucionário Comunista), grupo semiclandestino que fazia oposição aos militares. Ali, conheceu José Genoino, também do PRC, em uma das muitas viagens dele ao Acre. "Ela era tímida, contida, ainda não se destacava muito", relembra o deputado petista.
Sua primeira passagem pela capital paulista ocorreu por intermédio de dom Moacyr Grechi. Internada em Rio Branco por causa de uma hepatite, ela ouviu o médico desenganá-la.
Saiu do hospital e foi ao bispo pedir ajuda. Ele prometeu que, se ela conseguisse dinheiro para a passagem, cuidaria do tratamento em São Paulo. A família vendeu alguns animais e Marina foi encaminhada para o Hospital São Camilo.
Ao voltar a Rio Branco, entrou no curso de história da Universidade Federal do Acre. A ex-colega Bernardete Carioca da Silva, hoje diretora de escola, lembra das greves que faziam para melhorar a comida do restaurante universitário.
"Nós éramos todos matutos. Mas ela sabia o que queria e, se preciso, subia no banco para discursar." Entre os colegas de faculdade, a fragilidade física rendeu a Marina o apelido de "Maria doentinha".
O envolvimento político fez naufragar a união com o primeiro marido, Raimundo Souza, com quem havia casado pouco depois de sair do convento -com ele, teve dois filhos, Shalon, que é psicóloga, e Danilo, publicitário.
O casamento se desfez na época em que Marina ajudou Chico Mendes a fundar a CUT (Central Única dos Trabalhadores), em 1984. Comandava sindicalistas durante greves e enfrentamentos que renderam a ela a inimizade dos patrões.
As denúncias de destruição da Amazônia que Chico levava ao exterior deixaram o grupo numa situação difícil no Acre.
As críticas não eram muito diferentes das que ouviu como ministra, algumas vezes do próprio presidente Lula. Certa vez ele sugeriu que a área ambiental do governo se preocupava mais com a preservação de "bagrinhos" do que com a necessidade de construir hidrelétricas no rio Madeira.
Em 1985, Marina entrou no PT. Sua estreia nas urnas aconteceu um ano depois, quando concorreu a deputada constituinte, enquanto Chico Mendes tentava chegar à Assembleia Legislativa do Acre. O partido não atingiu quociente para elegê-los, mas ela foi a quinta mais votada. "Ninguém achava que ela fosse se eleger, queríamos era puxar voto para o Chico. Mas ela foi a surpresa das eleições", lembra o amigo e ex-governador Jorge Viana.
A ascensão meteórica fez dela a primeira vereadora de esquerda de Rio Branco, em 1988.
Dois anos depois, foi a deputada estadual mais votada. Em 1991, novamente se afastou para tratar da saúde. Viajou a São Paulo, onde contou com o apoio de Genoino e Lula.
Passou cerca de um ano na casa da sogra em Santos, no litoral paulista. A essa altura, já casada com o atual marido, Fábio Vaz de Lima, estava grávida de Mayara, filha mais nova da união -também tivera Moara.
Precisou esperar o nascimento para começar a se tratar.
A sensação, diz ela, era a de quem chupasse moedas. A contaminação por metais pesados era a fatura que pagava pelos tratamentos de leishmaniose, três hepatites e cinco malárias.
Aos 36 anos, em 1994, foi eleita a mais jovem senadora da República. Em seu primeiro mandato, concentrou a atuação em temas ambientais e indígenas. Mesmo na oposição, mantinha boa relação com o então presidente tucano Fernando Henrique Cardoso. Tanto que, mais tarde, ao assumir a pasta ambiental, avisou que não iria "desconsiderar" avanços e experiências do antecessor.

Retorno à fé
Sua saúde voltou a piorar.
Voltou a São Paulo, foi ao Chile e aos Estados Unidos em busca de tratamento. O sofrimento acabou levando-a de volta à religião. "Fiz um acerto de contas comigo mesma e retomei a minha fé", diz ela. Mais tarde, trocou o catolicismo pela Assembleia de Deus, na qual foi batizada em 1997. Marina diz que a mudança foi fruto de "um toque do espírito".
Para ela, a fé a ajudou a superar os problemas de saúde. Hoje, Marina segue uma estrita dieta, que exclui carne vermelha, laticínios e até café. Tem alergia a pó, carpetes e cheiro de tinta. Faz jejum pela manhã, quando reserva um momento para as leituras bíblicas.
A convicção religiosa já lhe rendeu a pecha de intransigente por ser contra pesquisas com células-tronco provindas de embriões e contra a descriminalização do aborto.
Curiosamente, alia a fé ao interesse por psicanálise -fez pós-graduação na área. Considera Freud "um dos monstros sagrados do pensamento ocidental". Para ela, religião e psicanálise têm "pontos de contato". "Não acho que essa visão possa desconstruir a fé, nem acho que a fé deva ter a pretensão de querer desconstruí-la."
Em 2002, com a eleição do amigo Lula, Marina, novamente senadora, era o nome natural para a pasta do Meio Ambiente.
Um manifesto de apoio foi subscrito por 160 ONGs da área e entregue ao presidente eleito.
Seu nome foi anunciado por Lula em Washington.
Quando estava no ministério, seu marido assumiu como assessor no gabinete do suplente no Senado, Sibá Machado.

Problemas no governo
De um começo pomposo na pasta, seu primeiro cargo executivo, Marina viu seu poder minguar nos cinco anos e meio que se seguiram. O primeiro embate que quase a fez deixar o ministério foi a decisão do governo de liberar o plantio de transgênicos. Radicalmente contra, chorou em público.
Depois vieram a transposição do rio São Francisco e as hidrelétricas. O discurso que pregava à exaustão, o da "transversalidade nas ações do governo", parecia não funcionar.
Cultivou opositores internos e sofreu boicotes. Para os críticos, sempre que tinha um embate no governo, ela se refugiava no "mito Marina". Usava o capital adquirido com o amigo Lula para tentar vencer as batalhas internas. Não funcionou.
Ela também foi criticada por dar excessiva atenção a questões amazônicas e não dimensionar corretamente, no primeiro ano, a importância de uma reestruturação do licenciamento ambiental. Marina rebate -e cita o próprio Lula.
"Eu aprendi com ele que, quando você tem cinco telhas numa casa, você coloca no quarto das crianças. Naquele momento, o que estava sendo colocado como um desafio era diminuir o desmatamento."
A diminuição nos índices de desmatamento foi sua principal vitória. Segundo Marina, somente ela, vinda da floresta, poderia mexer nas questões amazônicas. "Duvido muito que alguém tivesse estatura pra propor acabar com a Secretaria da Amazônia, que era um ministério dentro do ministério.
Eu a descriei e propus que a Amazônia fosse uma política transversal", diz em seu discurso característico.
Com Lula reeleito, Marina quase não foi reconduzida. O amigo Jorge Viana chegou a ser convidado três vezes para substituí-la. Pressionada pelo PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) e a urgência de obras de infraestrutura, manteve suas posições e viu seu isolamento no governo aumentar.
Deixou a pasta sob o lamento das organizações ambientalistas. "Perco a cabeça mas não o juízo", disse à época.
"Meu sonho", diz ela, "era ver o governo apostar na visão de desenvolvimento sustentável como uma política transversal.
Mas não foi possível".

Do PT ao PV
Sua volta ao Senado deu início a um inevitável assédio de outros partidos e a novas costuras políticas. A decisão de sair do PT, depois de quase 30 anos, foi tomada em agosto de 2009.
Jorge Viana a resumiu como "um baita problema".
A filiação ao PV já estava engatilhada e foi formalizada dias depois de ela ter deixado o PT.
Marina crê que sua pré-candidatura pressionou as demais a dar mais ênfase à questão ambiental. "O tema passou a fazer parte da agenda política dos partidos, que anteriormente não o estavam colocando com esse nível de importância."
A pré-candidata do PV surpreendeu muitos ao encontrar alianças no meio empresarial -como seu provável vice, Guilherme Leal, da Natura- e formular um programa que também dá ênfase a questões como reforma tributária e do Estado.

ANA FLOR DA REPORTAGEM LOCAL (FSP)
Colaborou MARCOS AUGUSTO GONÇALVES, editor de Opinião, FSP


Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/brasil/fc1605201016.htm

Mensagens que Edificam- O Cristão e a Guerrra - Parte II


REDE GOSPEL AMADOS DE DEUS

Quem é o nosso Arquiinimigo?

“Sede sóbrios; vigiai; porque o diabo, vosso adversário, anda em derredor, bramando como leão, buscando a quem possa tragar” (I Pedro 5:8) O diabo nosso arquiinimigo vive buscando apenas uma forma de nos devorar, pois ele odeia a Deus e se pudesse o destruiria, não podendo ele tenta destruir a coisa mais perfeita que Deus criou o homem cuja imagem e semelhança do próprio Deus.

E o diabo joga sujo ele usa tudo aquilo que esta as suas mãos para poder atingir-nos de forma que venhamos a dar apenas uma oportunidade para que ele possa entrar ou tocar ou ate mesmo usar as nossas vidas, uma vez dando a oportunidade ele assumi o domínio das nossas vidas e consegue cumprir a sua vontade em nós.

Abaixo podemos ver quais são as brechas ou portas que abrimos permitindo o domínio do diabo sobre a nossa vida.

Por isso o digo ele usa pessoas coisas e circunstancias para poder tocar-nos, para fazer entrar na carne, ou seja, quando é que o ser humano entra na carne?

“Digo, porém: Andai em Espírito, e não cumprireis a concupiscência da carne. Porque a carne cobiça contra o Espírito, e o Espírito contra a carne; e estes opõem-se um ao outro, para que não façais o que quereis. Mas, se sois guiados pelo Espírito, não estais debaixo da lei.

Porque as obras da carne são manifestas, as quais são: adultério, prostituição, impureza, lascívia, Idolatria, feitiçaria, inimizades, porfias, emulações, iras, pelejas, dissensões, heresias, Invejas, homicídios, bebedices, glutonarias, e coisas semelhantes a estas, acerca das quais vos declaro como já antes vos disse que os que cometem tais coisas não herdarão o reino de Deus”. (Gálatas 5:16 à 21).

O ser humano entra na carne quando sabendo o que é certo faz o errado sabendo qual é a vontade de Deus ou a atitude que Deus gostaria que ele tomasse e ele toma a oposta, quando fazemos isso cometemos a obra da carne, ou seja, perdemos toda e qualquer espiritualidade passando a ser um homem natural e não, mas espiritual, porem Deus é espírito e somente os que vivem em espírito poderão fazer a sua vontade.

Ora uma vez o ser humano entrando na carne voltando ao seu estado natural automaticamente ele se afasta de Deus, porque como já havia dito Deus e espírito e uma vez o homem afastado de Deus ele fica sozinho abrindo portas ou janelas para que todo o mal entre em sua vida. E dessa forma o diabo entra na vida das pessoas dominando-as e destruído-as.

E isso não importa quem seja pode ser cristão ou não pode ter anos na igreja conhecer toda a bíblia, viver dentro da igreja nada disso impede a atuação do mal porque a própria pessoa deu espaço para que ele a toque e entre e destrua a sua vida.

Os demônios são os culpados de todo tipo de sofrimento e degradação humana, os demônios são unidos, e possuem um só propósito tocar em Deus através dos seus filhos, assim como o sofrimento dos filhos fazem os pais sofrerem, ele tem conseguido tocar em Deus através do sofrimento que tem posto na vida dos cristãos.

Jesus foi bem claro quando disse: “O ladrão não vem senão a roubar, a matar, e a destruir;........ (João 10:10) ou seja ele veio pra acabar com a criação de Deus com aquilo que foi feito a semelhança de Deus.

Jesus disse também que existe um valente que entra na vida das pessoas e destrói tudo o que elas tem ou seja alguém mas forte que ela e que luta para conquistar os nossos bens ou seja nossa fé, a nossa vida a nossa família tudo aquilo que é importante para a raça humana e principalmente a nossa salvação a qual o Senhor sofreu para que tivéssemos, para esse fim Ele veio: “eu vim para que tenham vida, e a tenham com abundância”. (João 10:10).

Quem é esse valente que vem com toda sua força e toma conta das vidas e destrói os sonhos e tudo o que as pessoas têm? Senão o próprio diabo e toda a sua corja de demônios? E só há uma forma de não permitir que esse valente entre em nossas vidas e em nossas casas que é lutando contra eles através da fé em o Nosso Senhor Jesus.

E importante que a igreja de Jesus compreenda que a verdadeira libertação é enfrentar o mal e faze-lo entender a vitória que tivemos na cruz através do Sacrifício do Nosso Salvador.

Enquanto a igreja viver a margem dos demônios permitindo-se ser dominadas sem perceber a astúcia do diabo sofrerão e o Senhor Deus não poderá fazer nada, pois Deus se nos deu o livre arbítrio, Deus se manifesta nas nossas decisões, são as nossas atitudes que movem a mão de Deus para abençoar ou para deixar de abençoar as nossas vidas.

Enquanto vivermos acomodados e amoldados com esse mundo viveremos baixo o domínio desses demônios e anulando todo o sacrifício do Senhor Jesus por nos. Deus é o Senhor dos Exércitos, ou seja, Ele é Deus tem quem luta daqueles que lutam para vencer seus inimigos, daqueles que não aceitam a derrota.

Pastor Amilton Farias Fundador do Projeto New For Life.
Colunista dos Sites: www.newforlife.com.br - www.atosdois.com.br http://redegospelamadosdedeus.blogspot.com/ - http://cruzadadefesaevangelho.blogspot.com/

domingo, 16 de maio de 2010

Pastor Silas Malafaia anuncia que saiu da Convenção Geral das Assembléias de Deus (CGADB). Assista o vídeo

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DGM Noticias Evangélicas do mundo hoje.

Pastor Silas Malafaia anuncia que saiu da Convenção Geral das Assembléias de Deus (CGADB). Assista o vídeo
O pastor Silas Malafaia anunciou neste sábado, dia 16, em seu programa na Band, a sua renúncia ao cargo de primeiro vice-presidente e o seu desligamento da Convenção Geral das Assembléias de Deus (CGADB).

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Quanto a sua renúncia do cargo e o desligamento da CGADB, disse que teria muito a falar, o que “faria com que muitos arrepiassem os cabelos”, mas preferiu nada dizer e justificar sua saída, apenas com a revelação de que tem uma visão e determinação de Deus para sua vida e para a Igreja Assembléia de Deus Vitória em Cristo, que preside.

Silas Malafaia não entrou em detalhes sobre real motivo do desligamento. Após anunciar sua renúncia ele disse que não se desligou da Assembléia de Deus e ressaltou seu passado e tradicionalismo na denominação. “É uma decisão pessoal. Eu tenho uma visão que Deus tem me dado. Eu não vou abrir mão desta visão”, exclamou.

O pastor citou sua convicção com crescimento da Assembléia Deus, disse que quer paz: “Não estou pedindo para ninguém fazer o que eu estou fazendo. Siga, obedeça seu pastor. Deus é minha defesa e o tempo vai mostrar o porque da minha decisão. Eu não sou pastor da AD por conta da CGADB. Foi Deus que me chamou”, disse.

O Pr. Silas também fez um relatório das mais recentes conquistas do seu ministério, como a inauguração das modernas instalações em sede própria da AVEC – Associação Vitória em Cristo, bem como da assinatura de contrato para transmissão do seu programa para cerca de 120 países, via satélite.

O Pastor Silas não deixou de alfinetar a CGADB. Silas criticou as Assembléias de Deus que ainda dão “importância aos usos e costumes” e a atenção dispensada pela instituição à “política eclesiástica”, da qual ele mesmo se considerou participante até agora, declarando no entanto “estar cansado”, assumindo que não mais compensa para ele.

Silas agradeceu os mais de seis mil votos na eleição da CGADB e aconselhou os pastores evitarem rachas: “ Estou há 33 anos honrando meu pastor. Podia ter aberto igreja, mas eu obedeci a Deus e submeti ao homem”, fala.

Em Abril de 2010, Silas Malafaia reuniu todos os líderes das Igrejas Assembléia de Deus nascidas do Ministério Penha para anunciar que o nome seria mudado para Igreja Assembléia de Deus Vitória em Cristo, mesmo nome do programa do Pastor. O motivo segundo ele é para que o nome do ministério não se confunda com o nome dos bairros onde a igreja esta.

Vídeo: Pastor Silas Malafaia deixa a Convenção Geral das Assembléias de Deus (CGADB) – Programa Vitória em Cristo





Fonte: Creio e Point Rhema / Gospel+


 





sábado, 15 de maio de 2010

Netanyahu recorre à Bíblia para reivindicar Jerusalém

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O Primeiro-Ministro de Israel recorreu, na última quarta-feira, à Bíblia para reafirmar o direito do seu país a Jerusalém, cidade disputada por judeus e palestinianos.

Numa sessão parlamentar por ocasião dos 43 anos da conquista israelita, à Jordânia, de Jerusalém Oriental, Benjamin Netanyahu disse que “o nome Jerusalém e a sua versão hebraica Sion aparecem 850 vezes no Velho Testamento, o documento mais sagrado dos judeus”.

“Recomendo-vos que verifiquem quantas vezes Jerusalém é mencionada nas escrituras sagradas de outros credos”, disse.

Israel costuma referir-se a Jerusalém como a capital “eterna e indivisível” – designação que não é reconhecida internacionalmente. Os palestinianos reivindicam a zona Oriental como capital do seu futuro Estado. Jerusalém – destruída como capital dos judeus pelos romanos no século I – foi uma cidade cristã sob os seus sucessores bizantinos, até ficar, no século VII, sob domínio árabe muçulmano. Cruzados europeus recuperaram-na e ocuparam-na durante mais cem anos. Posteriormente, esteve 700 sob controlo islâmico, até que os britânicos, em 1917, derrotaram os turcos otomanos.

Em 1947, quando os britânicos preparavam a descolonização, a ONU propôs que a cidade ficasse sob controlo internacional, como um “corpus separatum”.

A proposta acabou por ficar sepultada com a criação de Israel: o Estado judeu ficou com a parte oeste e a Jordânia, com o leste, até à Guerra dos seis Dias (1967), altura em que passou para o domínio judaico. Ao todo, 750 mil pessoas vivem num município com limites definidos por Israel, mas sem reconhecimento internacional. Dois terços da população são de judeus. Os restantes são muçulmanos palestinianos. Jerusalém também é considerada a terceira cidade mais sagrada do Islão, atrás de Meca e Medina, porque tem a mesquita de Al Aqsa, numa praça venerada por judeus por conter os vestígios de dois templos de épocas bíblicas.

Pressionado por um parlamentar da minoria árabe de Israel, Netanyahu ofereceu uma aula de religião comparada.
“Jerusalém é citada 142 vezes no Novo Testamento e nenhum dos 16 nomes árabes de Jerusalém é citado no Alcorão”, disse.

Netanyahu não citou, no discurso, as negociações indirectas com os palestinianos, que recomeçaram, sob mediação dos Estados Unidos, após um hiato de 18 meses, mas prometeu que Israel vai preservar Jerusalém intacta para si, assegurando “a liberdade de culto nos seus templos”.

Israel proibiu, nos últimos anos, várias vezes os muçulmanos de rezarem em Al Aqsa. Cristãos da Cisjordânia também se queixam de dificuldades no acesso às igrejas hierosolimitas.

Fonte: Jornal de Angola
Extraído: O Verbo

Cristãos, juristas e ONGs gays divergem sobre união civil gay na Câmara dos Deputados

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Um debate bastante polarizado dominou o clima da audiência pública sobre o Estatuto das Famílias na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) nesta quarta-feira. O Estatuto engloba diversos projetos de lei (PL 674/07 e 2285/07, entre outros) e, em alguns deles, existe a regulamentação da união entre pessoas do mesmo sexo e da adoção feita por esses casais.



Críticos e defensores da união civil de homossexuais colocaram seus argumentos diante do plenário lotado, onde evangélicos contrários à união de pessoas do mesmo sexo estavam em maioria.



Para tentar chegar a um acordo, o presidente da CCJ e relator do Estatuto das Famílias, deputado Eliseu Padilha (PMDB-RS), disse que diante de tantas diferenças e dúvidas, vai tentar encontrar um meio termo.



Para o presidente da Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais, Toni Reis, não se trata de casamento, mas sim de garantir direitos civis. “Envolve essa questão da herança, de planos de saúde, de adoção. Nós queremos nem menos nem mais, queremos direitos iguais. Nós não queremos é o casamento, nesse momento não é a nossa pretensão. O que nós queremos são os direitos civis”, diz Toni.



Toni Reis citou declarações das organizações das Nações Unidas (ONU) e dos Estados Americanos (OEA) para defender o direito ao reconhecimento da união civil e da adoção entre pessoas do mesmo sexo. Ele destacou que o Governo Lula também apoia a reivindicação e mencionou o programa Brasil sem Homofobia, coordenado pela Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República. “O Brasil é um Estado laico e queremos o que a Constituição preconiza, direitos civis”, argumentou.



O pastor da Assembleia de Deus Silas Malafaia afirmou que conceder os diretos civis é a porta para depois aprovarem o casamento. Ele defendeu que a família é o homem, a mulher e a prole, sendo que a própria Constituição defende esse desenho familiar. Malafaia trouxe o debate para o contexto político das eleições presidenciais.



“Eu ouvi os homossexuais fazerem aqui pronunciamentos dizendo que o presidente os indicou para a ONU, que o presidente os apoia totalmente, então nós evangélicos, que representamos 25% da população, temos que pensar muito bem em quem vamos votar para presidente da República”, avisou.



Malafaia questionou se outros comportamentos poderiam, futuramente, virar lei. “Então vamos liberar relações com cachorro, vamos liberar com cadáveres, isso também não é um comportamento?” O pastor foi muito aplaudido durante sua exposição.



Na mesma linha crítica, o pastor da Igreja Assembleia de Deus Abner Ferreira afirmou que o Estatuto das Famílias seria, na verdade, o Estatuto da Desconstrução da Família. Segundo ele, ao admitir a união de pessoas do mesmo sexo, a proposta pretende destruir o padrão da família natural, em vez de protegê-la. Ele disse que todas as outras formas de família são incompletas e que toda manobra contrária à família natural deve ser rejeitada.



Fonte: Câmara dos Deputados



Divulgação: www.juliosevero.com



Postado: http://redegospelamadosdedeus.blogspot.com/

Um dos fundadores do Hamas converte-se ao Cristianismo

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Em 1987, o xeque palestino Hassan Yousef foi um dos sete fundadores do Hamas, grupo extremista islâmico que atua na Cisjordânia e na Faixa de Gaza. Os radicais da organização já comandaram 350 atentados contra israelenses provocando mais de 500 mortes. Seu filho, Mosab Hassan Yousef, 32 anos, é o autor do livro Filho do Hamas (Sextante), que chegou às livrarias brasileiras na semana passada. Na obra, revela como colaborou para o serviço secreto israelense, o Shin Bet, e explica por que converteu-se ao cristianismo. Yousef conversou com o repórter Duda Teixeira, pelo telefone, de Nova York.


Seu pai é um imã. Ele pregava o Islamismo nas mesquitas e ajudou a fundar o Hamas. O que o levou a converter-se ao Cristianismo? Depois de ser preso pelos soldados israelenses por porte de armas, em 1996, fui levado à prisão em Megiddo, Israel. Dentro do prédio, os detentos eram divididos segundo a filiação. Havia a ala do Hamas, que era a maior, a do Fatah, a da Jihad Islâmica e outras. Eu fiquei na do Hamas. Do interior das celas, testemunhei o que os integrantes do grupo faziam com seus próprios colegas. Quando os líderes do Hamas suspeitavam que um dos nossos estivesse dando informações aos israelenses, eles o torturavam. Havia interrogatórios diários. Isso fez com que eu repensasse alguns conceitos. Era um grau de brutalidade que nem mesmo os israelenses tinham conosco. Saí da prisão um pouco desnorteado. Mais tarde, comecei a estudar a Bíblia com amigos. O livro falava em “amar os seus inimigos”, o que fez todo sentido para mim.


Quem eram os torturadores? Como eles procediam? Eram os homens que integram o braço de segurança do Hamas. Quando iam punir alguém, esvaziavam uma cela e ligavam a televisão em volume bem alto para que os outros não ouvissem os gritos de desespero. Na falta de uma televisão ou rádio, começavam a rezar bem alto. Então, colocavam agulhas embaixo das unhas dos suspeitos. Derretiam embalagens plásticas e as colocavam sob a pele das pessoas. Queimavam cabelos e pelos. Eram sessões de aproximadamente meia hora. Às vezes, impediam o interrogado de dormir por vários dias. Entre 1993 e 1996, dezesseis pessoas foram mortas pelo Hamas em prisões israelenses. Sob tortura, as vítimas confessavam as coisas mais absurdas. Como eu digitava rápido, fui chamado para redigir muitos desses depoimentos. Era loucura. Depois, entregavam as confissões para os familiares. Caso o detento fosse solto, seus parentes e amigos passavam a evitá-lo. A vida social dele acabava.


O Hamas continua usando as mesmas práticas? Provavelmente, mas não na mesma intensidade como no passado. Meu pai esteve detido em Megiddo e coibiu muito as torturas. Ele mudou o jeito de pensar daqueles homens. Mas o Hamas continua praticando-as. Quando pensam que alguém colabora com Israel, torturam e matam. É isso o que está acontecendo na Faixa de Gaza agora. Ao contrário do que diz o Hamas, Israel não é o principal inimigo dos palestinos, e sim os próprios palestinos.


Um dos principais desafios do mundo hoje é conseguir que o Hamas participe das negociações de paz. Existe a possibilidade de o grupo sentar-se com os rivais do Fatah e com o governo de Israel para conversar? Os líderes do Hamas até podem dizer que buscam uma solução e dizer que abrem mão de Jerusalém como capital. Mas eles não manterão a palavra simplesmente porque o Deus deles não permite isso. É um bloqueio religioso. O Hamas não reconhece Israel. Ponto. O Corão diz que os israelenses são macacos e porcos. Toda vez que algum representante do grupo obtem algum progresso, esbarram no muro da ideologia ou no da religião.


Agora que você se converteu ao cristianismo, como enxerga as diferenças entre o Corão e a Bíblia? Não é justo comparar os dois livros. O Corão está cheio de ódio, de ignorância, de erros. Não tem ética. É um livro doente que deveria ser banido das escolas, das bibliotecas, das mesquitas. A Bíblia, por outro lado, tem Jesus Cristo, que foi perseguido, torturado, e mesmo assim continuou amando as pessoas e seus opressores. Os dois livros têm deuses completamente diferentes. Um, o do Islã, é o do ódio. O deus da Bíblia é o do amor. Muitas coisas que fiz durante o meu trabalho com o Shin Bet foram inspiradas pelos ensinamentos de Jesus Cristo. Tenho um amor incondicional por ele. Cristo é o meu herói.


Mas a Bíblia também foi usada para justificar torturas e mortes durante a Inquisição, por exemplo. Ok… Mas essas coisas foram feitas por pessoas que não entenderam a principal mensagem da Bíblia. Não compreenderam as falas de Jesus Cristo, que é o nosso maior exemplo. O amor incondicional de Jesus não é um capítulo separado do livro, mas sua principal mensagem.


Você não teme promover o ódio entre religiões e se tornar um fundamentalista cristão? Eu sei quais são as minhas responsabilidades. Não quero promover uma rixa entre religiões. Eu amo os muçulmanos. Falo com eles com carinho. Mas preciso ajudar a consertar a religião deles. Ser forte e dizer a verdade, mesmo que isso possa causar confrontações. No mais, não há o risco de eu incitar uma guerra religiosa porque isso já acontece no Oriente Médio. Não seria algo novo.


Fonte: Veja.com