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Rede Gospel Amados de Deus

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sábado, 17 de julho de 2010

Para Salvar Uma Vida: Você está preparado para salvar vidas?

REDE GOSPEL AMADOS DE DEUS


Muito tem se pensado, no mundo atual, sobre o comportamento e o relacionamento dos jovens com seus amigos e pais. O fato é que, o jovem de hoje busca, nas amizades, as respostas e conselhos que não consegue obter com seus pais. Isto acaba gerando certos hábitos e comportamentos negativos nos adolescentes.

Para comprovar isto, basta analisar alguns dados demográficos e psicográficos apresentados por institutos de pesquisa, como o IBGE. Podemos encontrar diversos tipos de problemas comportamentais, como a prática do Bullying (atos intencionais e repetitivos de violência física ou psicológica, praticados por um indivíduo ou grupo de indivíduos, com o objetivo de intimidar ou agredir o indivíduo que é incapaz de se defender), uso de drogas, prática de sexo, etc.

Segundo dados do IBGE, no Brasil 1/3 dos adolescentes já sofreu Bullying. Sabe-se também que 5 de cada 100 mil habitantes cometem suicídio; 27% das gestações são de meninas entre 11 e 19 anos; aproximadamente 30% dos estudantes entre 13 e 15 anos já fizeram sexo pela primeira vez, e 27% destes não usaram camisinha na última relação. Destes estudantes, sabe-se também que 9% já utilizaram alguma droga ilícita (lembrando que falamos de adolescentes, na sua maioria, com idade entre 13 e 15 anos). Segundo o Ministério da Saúde, ¼ dos adolescentes já pensou seriamente em se matar, ou cometeu algum ato autodestrutivo.

A pergunta de pais e pastores ao ver estes dados é: o que pode ser feito para mudar esta realidade? Com certeza, a resposta para esta pergunta é muito difícil, mas um novo projeto surgiu no meio cristão para tentar mudar esta situação.

Trata-se do filme “Para Salvar Uma Vida”, que traz a história do jovem Jake, garoto popular no colégio, e que tinha tudo: a namorada mais desejada, uma bolsa para a universidade pelo time de basquete, e amigos por toda parte. De outro lado, Roger, que fora melhor amigo de infância de Jake, não tem nada, nem amigos ou namorada, e nem mesmo esperança. Por conta da popularidade, Jake se afasta de Roger, e isto o leva a entrar armado no colégio, cometendo um ato trágico. Jake, então, passa a se sentir culpado e a se perguntar se poderia ter salvado Roger. Buscando respostas, Jake se depara com um jovem que vive uma situação parecida com a de Roger, e tenta, desta vez, fazer a diferença na vida deste rapaz. Porém, seu mundo começa a desabar e ele começa a perder tudo que tinha, e precisa analisar o que realmente quer da sua vida.

O projeto conta com um material de apoio para que os jovens possam utilizar após assistir o filme, (assim como o livro O Desafio de Amar e o filme Prova de Fogo) que traz à tona várias questões vividas por eles no dia a dia.

A novidade também é o projeto Cine Gospel, que visa incentivar as igrejas a fazer projeções em grupo para os membros, para que os mesmos se sintam inspirados e motivados a dar continuidade com as atividades extra-filme.

Para saber mais sobre o filme e sobre todo o projeto, visite os sites:

www.salvarumavida.com.br

www.bvfilms.com.br

Outras informações pelo telefone (21) 2127-2600.

Fonte: Gospel+ e BV Films


sábado, 10 de julho de 2010

Quando a igreja é afetada pelo que há de pior na cultura do mundo

REDE GOSPEL AMADOS DE DEUS

Pr. Isaltino GomesFui com a esposa à costureira, num ateliê ladeado por duas igrejas evangélicas, e outra em frente. Da BR 040 até a quadra onde resido, a distância é de 2,3 km. Há treze igrejas evangélicas. Porque uma fechou. Após minha quadra há uma área de preservação ambiental. Na quadra seguinte, mais seis igrejas. Sem retórica: há mais igrejas que bares.

A proliferação de igrejas deveria ser saudável. Mas preocupa, pois boa parte delas não tem conteúdo. A placa “igreja” pode abrigar um grupo longe do conceito bíblico de igreja. Pode ser apenas um lugar onde pessoas se reúnem e cantam cânticos de auto-ajuda, fazem catarse, ouvem um discurso estimulante, mas sem alusão ao conteúdo do Novo Testamento, sem menção a Jesus. Às vezes paro na porta e observo o que se canta, prega e faz. Faixas de propaganda (a competição é feroz!) anunciam semana de posse, recuperação de bens, vitória sobre o Devorador, felicidade, prosperidade, cura, saúde, etc. Uma anunciava a semana para recuperar um amor perdido. É a teologia da dor de cotovelo. Outra dizia para levar peças de roupas, que seriam ungidas. Neste frenesi, uma anunciava “óleo ungido”. Como se unge óleo?

Perguntei a um obreiro de uma dessas igrejas por que não ficara em sua denominação, que é séria, e se ofereceu para dirigir um ponto de pregação, e crescer com o trabalho. Ele disse: “Quero ter o meu ministério!”.

Eis o ponto. As pessoas querem ter seu ministério. Parece que Jesus deixou uma franquia, gratuita por sinal, que qualquer um pode assumir. A ênfase hoje é nos ministérios de apóstolos, bispos e pastores. Eles lutam entre si, por poder, e alguém sai atirando contra seu grupo, e faz seu ministério. Ataca ex-colegas, a ex-denominação, e vai “servir a Deus por conta própria, conforme a visão que Deus lhe deu”. Julga-se um novo Lutero. Mas com causa pessoal.

Na realidade, três aspectos da cultura secular atual influenciam a proliferação das igrejas: (1) O individualismo e a seqüente rejeição de autoridade; (2) A superficialidade cultural; (3) A busca de felicidade. Comentarei cada um, rapidamente, vendo sua participação.

1. Sobre o individualismo: há uma ênfase exagerada no indivíduo sobre a instituição. Há muitos ministérios pedindo dinheiro para se manter. Não se subordinam a igreja alguma. Não se sabe a quem prestam contas do dinheiro e de suas atitudes. São autonormativos. Contornam a autoridade da igreja, pondo-se acima dela. Pegam carona na má vontade de crentes irados com a igreja, alguns com dificuldades de relacionamento e subordinação. Mas Deus não deu missão a pastores, e sim à igreja. Ele deu pastores à igreja, para ela cumprir sua missão (Ef 4.11), mas não deu a missão a pastores. No Novo Testamento, pastores são servos e não senhores da igreja. O primeiro envio de missionários foi feito pela igreja de Antioquia (At 13.1-3). A ênfase hoje é no obreiro. Há um forte culto à personalidade. Muita carreira solo. O sujeito perde uma eleição na sua denominação, funda seu ministério. Peca, recusa correção, funda seu ministério. Briga por dinheiro, funda seu ministério. Cultua-se o obreiro, e assim, homens são endeusados. A marca mais forte do individualismo é o foco na pessoa, recusando cooperação, solidariedade e subordinação. Os líderes de ministérios se atacam, brigam em bastidores, são dramáticos (um deles se dizia ameaçado de morte). Ninguém está acima da crítica nem é dono da igreja. Quando disseram a Lutero que seus seguidores estavam se chamando de luteranos, ele disse: “Quem sou eu? Quem é Lutero, para dar nome à igreja de Cristo? Eu sou um saco de vermes!”. Fica-me a impressão de que estão loteando a igreja de Jesus, erigindo impérios econômicos, à sombra de uma teologia manca segundo a qual, como filhos do Rei, temos direito ao melhor. Os pastores, elite dos filhos do Rei, merecem mais ainda. Os pastores somos servos de um homem que optou pela austeridade material: “Respondeu-lhe Jesus: As raposas têm covis, e as aves do céu têm ninhos; mas o Filho do homem não tem onde reclinar a cabeça” (Mt 8.20).

Ter recursos é melhor que a penúria. Mas Jesus não pode ser pretexto para formação de riquezas. Pastor não fez opção pela pobreza, mas não pode usar o ministério para enriquecer. Há gente querendo enriquecer, orgulhando-se, e dizendo que a prova de que Deus está do seu lado é sua riqueza material. Muito da dignidade do ministério se esvai pela ganância e voracidade material. Ouvi esta conversa, numa loja (tive que ouvir, a pessoa gritava no celular): “Irmã, aqui é a missionária Beltrana. Sabe aquela televisão? Tem aqui na loja Tal. Se quiser me dar, eu aceito!”. Isto é deprimente. Um obreiro de Jesus não coage pessoas a lhe presentearem. Tem dignidade. Deus cuida do obreiro fiel, e nada lhe falta. Mas ele não manifesta cupidez por coisas.

Os fiéis seguem o líder. Querem suas carências atendidas, sem compromisso. São assistentes, sem se engajar na igreja. Não são servos de Jesus e da igreja, mas filhos do Rei. O ministério do Pr. Sicrano lhes presta um serviço: satisfaz sua necessidade de adoração (leia-se: colocar suas emoções para fora), massageia-lhes o ego com mensagens tipo “Quem mexeu no meu queijo?”, espera contribuições e não pede engajamento na obra. Não prega o abandono do pecado. É a religião ideal: a pessoa paga e recebe o produto, um bem inelástico, que a deixará satisfeita. O fiel imita Mica: faz seu credo pessoal, escolhe seu sacerdote, paga, e espera a bênção (Jz 17 e 18). Mas no final, como Mica, poderá ficar sem dinheiro, sem seu sacerdote, e frustrado.

O individualismo triunfa sobre o grupo “igreja”. Tanto para o líder, posto acima da instituição (apesar dos seus defeitos, a igreja é instituição divina), como para o fiel, que paga para receber o que espera. O foco não é Cristo crucificado. É o homem. Não é o projeto de Deus. É o da pessoa.

2. Sobre a superficialidade cultural: o mundo é medíocre e promove uma cultura aguada. Isto se reflete no tipo de evangelho pregado e vivido nas igrejas. Honestamente: muitas vezes tenho vergonha de me dizer evangélico. O termo é sinônimo de ignorante, no meio secular. Seguimos a toada do mundo. Temos pregações fracas e cânticos medíocres, na letra e na música. A pobreza musical da maioria de nossos corinhos, pomposamente chamados de “louvor”, é tão notória que dispensa argumentação comprobatória. Só uma geração de poucas letras e fraco gosto musical se deleita com a maior parte eles.

A banalização midiática, aliada à visão de que toda manifestação cultural é rica, cheia de significado, nos fornece uma tranqueira pobre, dimensionada como bem cultural. Pichar é arte. Espancar uma bateria é arte. Borrões em tela são arte. Ajunte-se a preguiça cultural, pois nossa época é de fast food. Não se pesquisa, mas copia-se da Internet. Baixam-se sermões da Internet. O gerundismo mostra a dificuldade de se lidar com o idioma. Não se usa mais o verbo no infinitivo nem reflexivamente. É um tal de “você”, que aborrece. A obstetra dizia, em entrevista, ao repórter: “Quando você sente as dores do parto”. Nem querendo o repórter poderia sentir dores de parto. E vem o comentarista da Globo: “Quando você treina essa jogada, você sabe como é difícil”. Eu não treino jogada nenhuma, cara pálida. Escrevo uma coisa, o sujeito lê outra, e me desce o tacape por eu ter dito o que não disse. Bem, apenas 23% dos brasileiros conseguem ler e interpretar um texto. O nível cultural é fraquíssimo.

Pastor que estuda é ironizado. O professor é um fracassado. É melhor dar uma bola de futebol ao filho que colocá-lo a estudar. Neste contexto, as pessoas não têm capacidade de análise. Aceitam qualquer coisa. Afinal, como disse um político, livro é como aparelho de ginástica: a gente vê e corre. Ninguém quer ler. Quantos crentes lêem a Bíblia diariamente? Quantos já a leram toda? Soou-me absurdo uma pesquisa mostrando que mais da metade dos pastores nunca leu a Bíblia toda. Quantos lêem livros teológicos, estudam, preparam mensagens? Temos púlpitos fracos, de um lado, e gente desinteressada em ouvir alguma coisa, de outro. As pessoas não querem ler, nem ouvir. Querem falar e se soltar. Isto explica o “louvorismo” de nossas reuniões. Ele fornece sentimentos e sensações, mas nenhuma substância. O evangelho se torna um amontoado de sensações, e não a fé na pessoa de Jesus.

Despreparado, o rebanho se torna prato cheio para líderes sagazes. Formatado por imagens e não por letras, o indivíduo despreza a leitura. Gosta de tevê, com luzes, sons e movimentos. Somos uma cultura cada vez mais icônica e cada vez menos letrada. Todo o processo de educação religiosa de nossas igrejas se perde diante da imagem com movimento e som da igreja eletrônica.

A mediocridade do mundo migrou para a igreja. Ao invés de ser modelo, ela é cópia de um mundo pobre, de valores banais. A geração na qual fui adolescente, a dos anos sessentas, queria reformar o mundo. A atual quer o melhor do mundo. A igreja age assim. Ela quer o melhor do mundo, um mundo medíocre, e não mudá-lo.

3. A busca de felicidade. O mundo quer felicidade. Os crentes também a querem, e a igreja, para fidelizar clientes, a oferece. Não no céu, que vai demorar, mas aqui na terra. Esta busca infantil de felicidade, como se fosse uma mercadoria vendida em loja, é responsável por pregação que não corrige nem chama à santidade. Os cultos são roteirizados para que as pessoas se sintam bem, e saiam satisfeitas. A imperfeição e o desagradável devem ser varridos para baixo do tapete. Nos tempos do revival, muitas igrejas tinham os “bancos de confissão”, onde as pessoas que queriam confessar os pecados a Deus se sentavam, mostrando publicamente seu arrependimento. Hoje as pessoas são chamadas para receber a “oração poderosa que quebrará as correntes dos males da vida”.

A proclamação da cruz sumiu diante do oferecimento do trono. A situação de servos de Deus recuou diante do status de filhos do Rei, que reivindicam seus direitos. Embora haja vinte e quatro ocorrências no Novo Testamento sobre “vontade de Deus”, pregadores adoçam a boca de seus ouvintes dizendo que pedir segundo a vontade de Deus é falta de fé. Devemos exigir nossos direitos. Direito é mérito. Temos graça, não mérito. São a graça e a bondade de Deus que nos mantêm vivos. Há um evangelho antropocêntrico, com um Deus que nos deve e se vê obrigado a nós. Este baixo conceito de Deus fere sua dignidade, e distorce toda a teologia. O mantra de Tetzel, “Deus nosso Senhor não é mais Deus; confiou todo seu poder ao Papa”, se transmutou. Agora é “Deus nosso Senhor não é mais Deus; confiou todo seu poder ao ministério Tal”.

Esta visão responde pela perda de santidade e pelo triunfalismo infantil de tantos. Confunde-se fé com arroubo e auto-suficiência. As pessoas firmam seus sonhos pessoais como sendo a vida cristã. Não anseiam pela vontade de Deus, nem aspiram à santidade. Querem ser felizes, alegam ter direitos, e ditam a agenda para Deus.

A mesquinhez de uma sociedade egoísta moldou a igreja. Quando uma igreja não contribui para fim denominacional ou missionário algum, não tem um missionário sequer, um ponto de pregação sequer, e gasta uma fábula com sua quadra de esportes, podemos perguntar: “Qual o conceito de igreja desses crentes?”. Buscam alegria, festa, bem-estar, felicidade. Encontrarão isto fora do projeto de Deus para eles? Há felicidade fora do ensino bíblico?

Alternativa? Sim, há. Uma igreja se reformando à luz da Escritura. Buscando seu rosto no Novo Testamento. Analisando sua prática litúrgica e todo o seu modo de ser à luz da Palavra. Uma volta ao Novo Testamento. Pastores e teólogos devem analisar suas pregações e ensinos à luz da Escritura. A Bíblia não pode ser interpretada pela cultura do mundo. Nem pela cultura da igreja. Estas devem ser avaliadas por ela. Precisamos retornar à Bíblia, ao evangelho da cruz, ao Cristo Exaltado, à pregação de um Deus santo e soberano.

As opções são uma nova Reforma e um novo Reavivamento (que não significa gritaria). Como disse Schaeffer: “Reforma se refere ao restabelecimento da doutrina pura; reavivamento se refere à restauração da vida cristã (…) Os grandes momentos na vida da igreja sucederam quando essas duas restaurações aconteceram simultaneamente: quando a igreja retornou à pura doutrina, e a vida dos cristãos conheceu o poder do Espírito Santo” (Death in the city, p. 12).

Precisamos de homens e mulheres comprometidos com a Bíblia, que amem a igreja, de espírito serviçal, que queiram glorificar ao Senhor Jesus. Assim, a cultura secular não triunfará sobre o evangelho, e o evangelho verdadeiro será conhecido no mundo.

Pr. Isaltino Gomes Coelho Filho
Pastor, conferencista e escritor
isaltinogomes@hotmail.com

domingo, 27 de junho de 2010

Símbolos da Pedofilia que devem ser observados e denunciados

REDE GOSPEL AMADOS DE DEUS





Divulgue e denuncie símbolos da pedofilia


DIVULGAÇÃO OBRIGATÓRIA!




IMPORTANTÍSSIMO CONHECER, MESMO QUE A MAIORIA DAS PESSOAS POSSA ESTAR A USAR POR ACHAR BONITO

Divulgue... DENUNCIE...

SÍMBOLOS DE PEDOFILIA

ATENÇÃO A ESTES SÍMBOLOS DE PEDOFILIA



O FBI produziu um relatório em Janeiro sobre pedofilia. Nele estão colocados uma série de símbolos usados pelos pedófilos para se identificarem. Os símbolos são sempre compostos pela união de 2 semelhantes, um dentro do outro. A forma maior identifica o adulto, a menor a criança. A diferença de tamanho entre elas demonstra a preferência por crianças maiores ou menores.


Homens são triângulos, mulheres corações. Os símbolos são encontrados em sites, moedas, jóias (anéis, pingentes...) entre outros obje
ctos.

Os triângulos representam homens que adoram meninos (o detalhe cruel é o triângulo mais fino, que representa homens que gostam de meninos bem pequenos); o coração são homens (ou mulheres) que gostam de meninas e a borboleta são aqueles que gostam de ambos. De acordo com a revista, são informações recolhidas pelo FBI durantes as investigações. A ideia dos triângulos e corações concêntricos é a da figura maior envolvendo a figura menor, numa genialidade pervertida de um conceito gráfico. Existe um requinte de crueldade, pois esses seres fazem questão de se exibir em código para outros, fazendo desses símbolos bijuterias, moedas, troféus, adesivo e o que mais se queira. Infelizmente, é o design gráfico ao serviço do mal. SE VIR EM ALGUM LADO, DENUNCIE!!!


AO ENCONTRAR UM SÍMBOLO DESTES, AVISE AS AUTORIDADES




Reencaminhe. É importante divulgar

terça-feira, 15 de junho de 2010

Movimento Underground Cristão: Missões urbanas e música em Porto Alegre

REDE GOSPEL AMADOS DE DEUS

A fria madrugada de 12 de junho de 2010 deixará uma lembrança marcante na memória da galera que compareceu no Entre Bar, conhecida casa de música alternativa da Cidade Baixa, em Porto Alegre.

O minúsculo palco da casa que espremeu as bandas Os Encontrados, May Day e Converso, foi o cenário perfeito para arrancar delas um excelente punk rock e um hard core de respeito.

O evento que teve como título “Juntos por uma causa”, deu o ponta pé inicial nos projetos culturais idealizados pela galera do Movimento Underground Cristão, o MUC, como é chamado, e é a iniciativa de alguns cristãos que enxergaram uma lacuna deixada pela Igreja diante do imenso ambiente da música alternativa gaúcha.

O interesse dessa galera não é o de fazer música ou ações que sejam voltadas para o entretenimento gospel, pelo contrário, marca o retorno da própria Igreja ao seu projeto original, que é o de sair ao encontro das pessoas lá fora.

O compromisso com essa filosofia é tanto, que uma das regras para os eventos que o Movimento realiza é a de haver sempre ao menos uma banda convidada que não seja de confissão cristã.

Tudo visando misturar-se à realidade de um mundo não alcançado, proporcionando um comportamento de identificação com quem realmente precisa, sendo verdadeiro Sal da Terra e Luz do Mundo, tentando compartilhar um novo sabor à vida das pessoas e, como um farol que ilumina no meio das trevas, apontando um caminho novo para o publico das tribos emergentes urbanas.

Por Rafael Cardoso, vocalista da banda Reparadores de Brechas

Confira o Twitter do MUC (Movimento Underground Cristão): http://twitter.com/MUC_RS
Confira o Twitter da banda Reparadores de Brechas: http://twitter.com/reparadores

Fonte: Gospel+

Flotilha de Gaza - Depoimentos dos Ativistas | Artigos | Beth-Shalom

Flotilha de Gaza - Depoimentos dos Ativistas | Artigos | Beth-Shalom

domingo, 13 de junho de 2010

Reflexão no Dia dos Namorados

REDE GOSPEL AMADOS DE DEUS

"O papo era caloroso e gentil. Fiquei com vontade de ver Rita novamente e lhe dizer uma porção de coisas, e realmente fazer amor desta vez, e tranquilizar seus temores em relação aos homens.

Garotas e rapazes da América têm curtido momentos realmente tristes quando estão juntos; a artificialidade os força a se submeterem imediatamente ao sexo, sem os devidos diálogos preliminares.

Não me refiro a galanteios - mas sim um profundo diálogo de almas, porque a vida é sagrada e cada momento é precioso."

(trecho de "On The Road" do Jack Kerouac
- um dos meus livros favoritos)


"Lovers" - Magritte

Está cada vez mais difícil ter um bom relacionamento.

Vejo vários problemas comuns:

- Namoro "Atraso de vida"

A maioria dos casais estão naquele namoro onde já acabou a empolgação, sabem que não foram feitos um para o outro e ficam arrastando por comodismo até aparecer "coisa melhor". Mas como irá aparecer coisa melhor, se o espaço está ocupado?

Apesar das juras de amor no orkut, eles não tem paciência um com o outro. É um namoro que parece sugar a energia... mas usam para fugir do tédio, para preencher outro tipo de vazio.

Tornam-se pessoas com poucos amigos, com poucas experiências, sem vida própria.

Quando o namoro acaba, não tem amigos nem hobbies, não viveram experiências diferentes, não sentem bem sozinhos, é como se voltassem a estaca zero... o tal do "atraso de vida".

Essa falta de propósito, de amizade, de se sentir bem consigo mesmo... não é namoro que resolve, mas resolvendo isso é que se resolve o namoro.

- A Fila "Voa"

Tem pessoas que estão sempre alternando entre o estado de solteiro e comprometido... encontra uma pessoa bacana, namora, larga.. conhece outra, namora, larga.. cada hora é um motivo besta diferente.

São pessoas sem paciência, com medo de se entregar, de ficarem vulneráveis, de perderem o controle... e auto-sabotam a relação.

Se apaixonam por uma imagem de parceiro ideal que nunca virá.

Amor sem vulnerabilidade não existe. Namorado(a) ideal, não existe.

- Igualdade entre os Sexos

Ter os mesmos direitos é uma coisa... mas hoje, mulheres e homens são psicologicamente parecidos. As mulheres estão independentes, auto-suficientes.. são suas próprias provedoras, tomam suas decisões e reclamam que os homens se apegam rápido, que são muito submissos, sem atitude, que elas são o "homem" da relação.

Os homens por sua vez reclamam que elas são muito duronas, desapegadas, insensíveis. Eles não sabem o que fazer para agradar, para conquistar.. as mulheres não precisam deles (precisam, mas não como antes)

e são muito exigentes: tem que ter atitude, ter pegada, ter papo, ter dinheiro, surpreendê-las, ser romântico-sem-ser-bonzinho, ser cafajeste-sem-ser-infiel, cuidar da aparência, fazer academia. Tá difícil viu.

- Guerra Homem x Mulher

Fica essa bobeira de "ele tá correndo atrás de mim", "ela não sai do meu pé", "vou dar um gelo nele", "vou pegar ela, vai comer na minha mão". Que lixo é esse?

Homens e mulheres ficam traçando estratégias de defesa e ataque, manipulando sentimentos alheios, fingindo que gosta ou que não gosta, competindo para ver quem bombardeia mais o coração do outro.

É uma guerra que ninguém vence. Tem joguinhos saudáveis, que divertem a relação. Agora ficar manipulando as pessoas, forjando sentimentos... para ter um bando de baba-ovos atrás ou aquele harém de mulher em volta, só faz as pessoas se decepcionarem, ficarem na defensiva e com vontade de "se vingar" do sexo oposto.

- Surdo-Mudo

É aquele casal que não tem uma conversa aberta, que não são sinceros entre si, que não falam o que sentem.. e acumulam ressentimentos que a outra pessoa nem imagina.

Concordo que tem coisa mais legal do que discutir relação, mas falar numa boa (sem perder a calma, nem deixar a emoção tomar conta) sobre algo que aborreceu, sobre algo que não te deixa satisfeito, disposto a ajudar e a ceder em outras coisas também, só irá fazer bem.

Tem gente que diz amar o outro, mas vive traindo, vive com medo. Como consegue viver assim? É mais fácil alguém aceitar um relacionamento aberto do que perdoar uma traição. Evita mágoas maiores e mantém a dignidade, pelo menos.

Conversando na boa tudo se resolve... e o que é combinado não sai caro.

- Tatu-bola

O mundo do amor é cruel com os introspectivos. São pessoas que se satisfazem com seus próprios pensamentos, não tem paciência para conversa-furada, muitos são tímidos e nas primeiras tentativas quebram a cara e se fecham no mundo da lua.

Ficar sonhando acordado e se dedicar a outras coisas... não irá ajudar a realizar-se na vida amorosa. Ninguém tem tempo nem paciência para ficar adivinhando os sentimentos de outro, se está interessado ou não... tem que demonstrar, sair da toca.

Faz aula de qualquer coisa, dança, música, academia, compre roupas novas, saia sempre que convidarem, mesmo se não tiver afim... leia livros sobre relacionamentos, peça ajuda para seus amigos, abra-se para a vida e para as experiências maravilhosas que ela oferece.

Enfim

Tantas mudanças, tantas escolhas, tudo é descartável, substituível, instantâneo. Só pensamos em nós mesmos, queremos prazer imediato, não suportamos frustrações, procuramos o controle remoto do amor... e um namoro igual da novela!

O amor é talvez a emoção mais intensa, e gera reações além do nosso domínio. Nada tem muita lógica, ficamos inseguros, temos medo de ficar sozinhos, medo de gostar de alguém, medo de demonstrar, medo do corpo, medo de perder... medo, medo, medo.

Amor Completo

O amor só vira se for em trio (sem piadinhas aqui hein):


  • Amor Próprio

Antes de tudo temos que amar muito nós mesmos. Temos que nos respeitar, nos valorizar, temos que descobrir e conhecer a nós mesmos. Temos que ter uma vida própria, objetivos próprios, amigos, hobbies. Nossa felicidade é nossa responsabilidade, não podemos delegar isso a mais ninguém.
  • Amor pela Vida

É um amor pelas coisas, pelas belezas do mundo, por Deus, pelo trabalho, pelos amigos, pela família, pelo simples fato de estar vivo. Sem isso você se sentirá entediado e entediante, sugando outras pessoas para fugir do vazio, e elas se sentirão sufocadas por você.

  • Amor pelo Outro

Amando a si mesmo e à vida, você será uma pessoa mais independente, mais vibrante, mais atraente, menos possessiva, menos insegura. Estará apto a amar sem tanta cobrança, sem tanto medo, sem tanto ressentimento. Vai curtir as emoções, os momentos, o aprendizado, o amadurecimento... e saberá seguir seu caminho após as inevitáveis separações.

Uma boa noite a todos os namorados e a todos os solteiros também.. que o amor e o romantismo.. prevaleçam sem necessidade de datas.

Abaixo, ótimos textos/posts sobre Relacionamentos:


As imagens de beijo que mais gosto:


"Le Baiser de l’Hotel de Ville" - Doisneau


"The Kiss" - Gustav Klimt


"Le Baiser" - Brassai


"The Kiss" - Alfred Eisenstaedt




Não sei, vi no Freak Show Business

"Ninguém pode te ensinar o amor. Você tem que achá-lo por si mesmo, com todo o seu ser, elevando sua consciência para níveis mais altos.

E quando o amor vier, não deve ser uma obrigação.

Você faz coisas porque gosta de fazê-las para a pessoa que ama [...] É sua alegria, alegria plena.

O amor faz muitas coisas, é criativo, e compartilha tudo, mas não é uma obrigação [...] o Amor é natural." (Osho)

Extraído do: BLOG DO NICOLAS

Feliz dia do pastor, o homem que Deus chamou e usa!

REDE GOSPEL AMADOS DE DEUS

Postado pelo "Tempos de Deus", Um ministério de Amor.

Nesse domingo nos alegramos também pelo seu dia.

Que haja percepção das bênçãos recebidas pelos pastores e que suas ajudadoras, esposas fiéis, também assim percebam. Que os momentos difíceis sejam lembrados como aqueles nos quais a atuação divina foi mais marcante. E que a esposa ajudadora perceba juntamente com o marido pastor o quanto foram abençoados e que seja usada por Deus com instrumento em Suas Mãos para contribuir de maneira positiva no ministério do seu esposo.

Desejo também aos pastores nesse dia especial dedicado à refexão através da comemoração do dia do pastor, que haja sempre completa dependência à Bíblia, a Palavra de Deus, através da qual pautem o seu viver e orientação, sem que se afastem dEla nem para a direita nem para a esquerda por mais que lhes pareça oportuno ou contemporâneo devido às práticas mundanas, mantendo-se firmes na Palavra de Deus como Rocha inabalável diante das lutas e tentações do vil tentador que busca com seus ardis cativar alguns para seu reino infernal.

Receba o meu abraço!
Deus nos abençoe e use!

Dc. Henri – membro da OBBH
Servo é pra servir!

Extarído de: ADIBERJ