Seguidores

ADOREMOS AO SENHOR NA EXCELÊNCIA DAQUELE QUE NOS CHAMOU PELO SEU AMOR!

Rede Gospel Amados de Deus

↑ Grab this Headline Animator

sábado, 21 de agosto de 2010

Obediente é aquele que faz

REDE GOSPEL AMADOS DE DEUS



Pr.Olavo Feijó / Obediente é aquele que faz

Mateus 21:21 - Qual dos dois fez a vontade do pai? Disseram-lhe eles: O primeiro.
Disse-lhes Jesus: Em verdade vos digo que os publicanos e as meretrizes entram
adiante de vós no reino de Deus.


Jesus contou a parábola de dois filhos que receberam ordem paterna de trabalhar na vinha da família: um respondeu que não, mas trabalhou; outro disse que sim, mas não trabalhou. "Qual dos dois fez a vontade do pai? O primeiro, responderam eles" (Mateus 21:31). Vivemos constantemente um descompasso entre nosso discurso e nossa prática. Aquilo que pregamos é o politicamente correto. Principalmente, procuramos dizer aquilo que sabemos irá agradar nossos ouvintes. Como, geralmente, as pessoas não se preocupam em fiscalizar nossa conduta, para verificar se vivemos coerentemente, no final das contas cai tudo no esquecimento... Jesus não se preocupou muito com a resposta verbal dos dois filhos. O foco do seu ensino foi o comportamento dos dois: um deles obedeceu e trabalhou; o outro, só para agradar, disse que sim - entretanto, quando se viu sozinho, não cumpriu sua promessa, não trabalhou. O contexto geral da Bíblia confirma o verso: "pelos frutos os conhecereis". De acordo com Tiago, uma bela declaração de fé, caso não seja acompanhada pela conduta coerente, é morta! O Senhor Jesus nos quer obedientes. E obediente é aquele que faz.

terça-feira, 10 de agosto de 2010

"Igreja Emergente"

Blog do Pr.João Paim: Uma coisa pouco agradável aconteceu quando estávam...: "Uma coisa pouco agradável aconteceu quando estávamos a caminho do século XXI. No final do século XX, certos líderes saíram afirmando que pre..."



Uma coisa pouco agradável aconteceu quando estávamos a caminho do século XXI. No final do século XX, certos líderes saíram afirmando que precisávamos de “uma maneira nova de fazer igreja”. A religião dos tempos antigos não era boa o suficiente. Então vieram os novos truques, substituindo o Evangelho sólido. Vimos o surgimento do movimento da igreja que é “sensível aos que buscam” e que não ofende a ninguém. A “esquerda religiosa” tornou-se mais proeminente, promovendo seu evangelho social. E depois veio a Igreja Emergente.
Se você perguntar a dez cristãos o que é a Igreja Emergente, provavelmente nove deles ficarão sem ter o que dizer. Não obstante, ela está devorando denominações e igrejas inteiras que antes eram sólidas.
Então, o que é realmente esse fenômeno? Primeiro, ele é místico. Baseia-se em práticas dos antigos “padres do deserto”,* tais como oração contemplativa e meditar caminhando por um labirinto. Inclui também a yoga – tudo para chegar mais perto de Deus. Algumas de suas práticas deixam a pessoa em um estado alterado de consciência. Os emergentes não estão realmente interessados em doutrina; em vez disso, eles querem coisas que se possa sentir, tocar, e cheirar, tais como incenso e ícones.

ESSE MOVIMENTO REINVENTA O CRISTIANISMO

Para os pós-modernos, a mensagem sólida do Evangelho é dogmática demais e arrogante. Os emergentes diriam que um evangelho mais moderado tinha que ser inventado para ser aceito pelas massas dentro dessa geração mais jovem. Na foto, o líder emergente Rob Bell.
Ele tira seus olhos da cruz e faz com que você enfoque a experiência. A Escritura já não é autoridade. Não há absolutos, nem na Bíblia. Os emergentes afirmam que, para levarmos o mundo e a igreja para a frente, devemos voltar atrás na história da igreja e abraçar até mesmo as crenças católicas. A doutrina deles está realmente mais perto do budismo, do hinduísmo e da Nova Era do que do cristianismo tradicional.
O inferno, o pecado e o arrependimento são deixados de lado para que ninguém se ofenda. Além disso, eles afirmam que não há absolutos suficientes para podermos falar sobre inferno, pecado e céu.
Os emergentes dizem que estão tentando proporcionar “significado a esta geração”. O que isso significa? No final do século XX, surgiu um anseio para atingir a geração pós-moderna. Conheça o termo pós-moderno! Ele é usado para descrever a geração de menos de 30 anos. E, conforme os emergentes, para alcançar essas pessoas, as tradições antigas tinham que ser abolidas.
Para os pós-modernos, a mensagem sólida do Evangelho é dogmática demais e arrogante. Os emergentes diriam que um evangelho mais moderado tinha que ser inventado para ser aceito pelas massas dentro dessa geração mais jovem.
Infelizmente, os recursos que eles escolheram para fazer isso estão mais de acordo com a adivinhação do que com qualquer outra coisa.
E, o que dizer sobre a escatologia deles? E sobre Israel? Como o enfoque deles é o evangelho social, eles estariam mais de acordo com a teologia do “Reino Agora”, de “tornar o mundo perfeito”. Eles não entendem literalmente nenhuma parte da escatologia bíblica (doutrina das coisas futuras, profecia) – consideram-na alegórica. Israel seria comparável a uma “república de bananas”. A ênfase está no Reino de Deus agora e não nas admoestações das Escrituras sobre o retorno iminente de Cristo em um julgamento que está por vir.

AGORA CHEGAMOS A UM PROBLEMA MUITO IMPORTANTE

Essas pessoas são chamadas de evangélicas. De fato, a revista Timedisse que o líder emergente Brian McLaren era um dos 25 evangélicos mais influentes no mundo. Um dos livros de McLaren tem o título de Everything Must Change (Tudo Tem Que Mudar). Aí está, a partir do próprio líder: a igreja deve mudar para a cultura dos tempos modernos. As maneiras antigas devem ser descartadas e novas maneiras estão aí; mas elas não são sensatas nem confiáveis.
Outro líder destacado é Rob Bell. Seus vídeos têm sido vistos em todo tipo de igreja evangélica. Em torno deles os grupos de estudos bíblicos das igrejas se juntam, examinando-os e adotando-o como um cristão fantástico do século XXI com novas idéias. O problema é que uma de suas chocantes afirmações foi: “Essa não é apenas aquela mesma mensagem com novos métodos. Estamos redescobrindo o cristianismo como uma religião oriental”.
Outros líderes proeminentes da Igreja Emergente incluem: Doug Pagitt, Dan Kimbal, Tony Jones, Dallas Willard e Robert Webber. Há outros, mas a lista é longa.
Em poucas palavras, a ação social supera as questões eternas; os sentimentos subjetivos são preferidos à verdade absoluta; a experiência se sobrepõe à razão.
Agora você tem alguns dos pontos básicos à sua frente. Espalhe a notícia de que um movimento relativamente novo está seduzindo milhões e que ele não é sadio, não é bíblico, e é alarmante. Essa Igreja Emergente pode fazer a sua igreja afundar!
Você não pode dizer que não foi avisado! (Jan Markell, Israel My Glory- http://www.chamada.com.br)

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

6 e 9/AGO/1945 - Bomba Atômica

REDE GOSPEL AMADOS DE DEUS

"As únicas batalhas que devem ser travadas são aquelas em nossos corações"

(Gandhi)


Há 65 anos, durante a 2ª Guerra Mundial, o presidente Truman dos EUA assina a ordem para o bombardeio.

No dia 6, o avião Enola Gay despeja a bomba Little Boy sobre Hiroshima. 80 mil pessoas morreram na hora.

Dia 9, o avião Bockscar despeja a bomba Fat Man em Nagasaki. 40 mil pessoas morreram.

É difícil estimar quantos foram afetados pelos efeitos posteriores das bombas. No total, o número de mortos pode ter chegado a 400 mil pessoas.

"O maiores crimes do mundo não foram feitos por pessoas que quebram regras.

Mas sim por pessoas que, seguindo ordens, despejam bombas e massacram vilarejos"

(Banksy)

Tripulação do Enola Gay, que despejaram a bomba em Hiroshima, matando na hora 80 mil pessoas e mais centenas de milhares com os efeitos posteriores.


Hiroshima, antes e depois da explosão.


Tripulação do Bockscar, que despejaram a bomba em Nagasaki, matando na hora 40 mil pessoas e mais centenas de milhares com os efeitos posteriores.


Nagasaki, antes e depois da explosão.

"Mais crimes são cometidos em nome da obediência do que da desobediência.

O perigo real são as pessoas que obedecem cegamente qualquer autoridade"

(Banksy)


Queimaduras nas costas do menino Sumiteru Taniguchi. Hoje é ativista e presidente do conselho de Nagasaki contra a proliferação de armas nucleares.


Tsutomo Yamaguchi, o único que esteve nas 2 cidades e sobreviveu aos 2 bombardeios.


Monumento no marco zero, onde caiu a bomba em Nagasaki.

----------------------------------------------------------------

Clipe da "Música Hljomalind" - Sigur Ros:


http://www.youtube.com/watch?v=aMEE9AW94Hs


Simulação da Explosão em Hiroshima:


YouTube - Hiroshima Atomic Bomb Reenactment

sábado, 17 de julho de 2010

Para Salvar Uma Vida: Você está preparado para salvar vidas?

REDE GOSPEL AMADOS DE DEUS


Muito tem se pensado, no mundo atual, sobre o comportamento e o relacionamento dos jovens com seus amigos e pais. O fato é que, o jovem de hoje busca, nas amizades, as respostas e conselhos que não consegue obter com seus pais. Isto acaba gerando certos hábitos e comportamentos negativos nos adolescentes.

Para comprovar isto, basta analisar alguns dados demográficos e psicográficos apresentados por institutos de pesquisa, como o IBGE. Podemos encontrar diversos tipos de problemas comportamentais, como a prática do Bullying (atos intencionais e repetitivos de violência física ou psicológica, praticados por um indivíduo ou grupo de indivíduos, com o objetivo de intimidar ou agredir o indivíduo que é incapaz de se defender), uso de drogas, prática de sexo, etc.

Segundo dados do IBGE, no Brasil 1/3 dos adolescentes já sofreu Bullying. Sabe-se também que 5 de cada 100 mil habitantes cometem suicídio; 27% das gestações são de meninas entre 11 e 19 anos; aproximadamente 30% dos estudantes entre 13 e 15 anos já fizeram sexo pela primeira vez, e 27% destes não usaram camisinha na última relação. Destes estudantes, sabe-se também que 9% já utilizaram alguma droga ilícita (lembrando que falamos de adolescentes, na sua maioria, com idade entre 13 e 15 anos). Segundo o Ministério da Saúde, ¼ dos adolescentes já pensou seriamente em se matar, ou cometeu algum ato autodestrutivo.

A pergunta de pais e pastores ao ver estes dados é: o que pode ser feito para mudar esta realidade? Com certeza, a resposta para esta pergunta é muito difícil, mas um novo projeto surgiu no meio cristão para tentar mudar esta situação.

Trata-se do filme “Para Salvar Uma Vida”, que traz a história do jovem Jake, garoto popular no colégio, e que tinha tudo: a namorada mais desejada, uma bolsa para a universidade pelo time de basquete, e amigos por toda parte. De outro lado, Roger, que fora melhor amigo de infância de Jake, não tem nada, nem amigos ou namorada, e nem mesmo esperança. Por conta da popularidade, Jake se afasta de Roger, e isto o leva a entrar armado no colégio, cometendo um ato trágico. Jake, então, passa a se sentir culpado e a se perguntar se poderia ter salvado Roger. Buscando respostas, Jake se depara com um jovem que vive uma situação parecida com a de Roger, e tenta, desta vez, fazer a diferença na vida deste rapaz. Porém, seu mundo começa a desabar e ele começa a perder tudo que tinha, e precisa analisar o que realmente quer da sua vida.

O projeto conta com um material de apoio para que os jovens possam utilizar após assistir o filme, (assim como o livro O Desafio de Amar e o filme Prova de Fogo) que traz à tona várias questões vividas por eles no dia a dia.

A novidade também é o projeto Cine Gospel, que visa incentivar as igrejas a fazer projeções em grupo para os membros, para que os mesmos se sintam inspirados e motivados a dar continuidade com as atividades extra-filme.

Para saber mais sobre o filme e sobre todo o projeto, visite os sites:

www.salvarumavida.com.br

www.bvfilms.com.br

Outras informações pelo telefone (21) 2127-2600.

Fonte: Gospel+ e BV Films


sábado, 10 de julho de 2010

Quando a igreja é afetada pelo que há de pior na cultura do mundo

REDE GOSPEL AMADOS DE DEUS

Pr. Isaltino GomesFui com a esposa à costureira, num ateliê ladeado por duas igrejas evangélicas, e outra em frente. Da BR 040 até a quadra onde resido, a distância é de 2,3 km. Há treze igrejas evangélicas. Porque uma fechou. Após minha quadra há uma área de preservação ambiental. Na quadra seguinte, mais seis igrejas. Sem retórica: há mais igrejas que bares.

A proliferação de igrejas deveria ser saudável. Mas preocupa, pois boa parte delas não tem conteúdo. A placa “igreja” pode abrigar um grupo longe do conceito bíblico de igreja. Pode ser apenas um lugar onde pessoas se reúnem e cantam cânticos de auto-ajuda, fazem catarse, ouvem um discurso estimulante, mas sem alusão ao conteúdo do Novo Testamento, sem menção a Jesus. Às vezes paro na porta e observo o que se canta, prega e faz. Faixas de propaganda (a competição é feroz!) anunciam semana de posse, recuperação de bens, vitória sobre o Devorador, felicidade, prosperidade, cura, saúde, etc. Uma anunciava a semana para recuperar um amor perdido. É a teologia da dor de cotovelo. Outra dizia para levar peças de roupas, que seriam ungidas. Neste frenesi, uma anunciava “óleo ungido”. Como se unge óleo?

Perguntei a um obreiro de uma dessas igrejas por que não ficara em sua denominação, que é séria, e se ofereceu para dirigir um ponto de pregação, e crescer com o trabalho. Ele disse: “Quero ter o meu ministério!”.

Eis o ponto. As pessoas querem ter seu ministério. Parece que Jesus deixou uma franquia, gratuita por sinal, que qualquer um pode assumir. A ênfase hoje é nos ministérios de apóstolos, bispos e pastores. Eles lutam entre si, por poder, e alguém sai atirando contra seu grupo, e faz seu ministério. Ataca ex-colegas, a ex-denominação, e vai “servir a Deus por conta própria, conforme a visão que Deus lhe deu”. Julga-se um novo Lutero. Mas com causa pessoal.

Na realidade, três aspectos da cultura secular atual influenciam a proliferação das igrejas: (1) O individualismo e a seqüente rejeição de autoridade; (2) A superficialidade cultural; (3) A busca de felicidade. Comentarei cada um, rapidamente, vendo sua participação.

1. Sobre o individualismo: há uma ênfase exagerada no indivíduo sobre a instituição. Há muitos ministérios pedindo dinheiro para se manter. Não se subordinam a igreja alguma. Não se sabe a quem prestam contas do dinheiro e de suas atitudes. São autonormativos. Contornam a autoridade da igreja, pondo-se acima dela. Pegam carona na má vontade de crentes irados com a igreja, alguns com dificuldades de relacionamento e subordinação. Mas Deus não deu missão a pastores, e sim à igreja. Ele deu pastores à igreja, para ela cumprir sua missão (Ef 4.11), mas não deu a missão a pastores. No Novo Testamento, pastores são servos e não senhores da igreja. O primeiro envio de missionários foi feito pela igreja de Antioquia (At 13.1-3). A ênfase hoje é no obreiro. Há um forte culto à personalidade. Muita carreira solo. O sujeito perde uma eleição na sua denominação, funda seu ministério. Peca, recusa correção, funda seu ministério. Briga por dinheiro, funda seu ministério. Cultua-se o obreiro, e assim, homens são endeusados. A marca mais forte do individualismo é o foco na pessoa, recusando cooperação, solidariedade e subordinação. Os líderes de ministérios se atacam, brigam em bastidores, são dramáticos (um deles se dizia ameaçado de morte). Ninguém está acima da crítica nem é dono da igreja. Quando disseram a Lutero que seus seguidores estavam se chamando de luteranos, ele disse: “Quem sou eu? Quem é Lutero, para dar nome à igreja de Cristo? Eu sou um saco de vermes!”. Fica-me a impressão de que estão loteando a igreja de Jesus, erigindo impérios econômicos, à sombra de uma teologia manca segundo a qual, como filhos do Rei, temos direito ao melhor. Os pastores, elite dos filhos do Rei, merecem mais ainda. Os pastores somos servos de um homem que optou pela austeridade material: “Respondeu-lhe Jesus: As raposas têm covis, e as aves do céu têm ninhos; mas o Filho do homem não tem onde reclinar a cabeça” (Mt 8.20).

Ter recursos é melhor que a penúria. Mas Jesus não pode ser pretexto para formação de riquezas. Pastor não fez opção pela pobreza, mas não pode usar o ministério para enriquecer. Há gente querendo enriquecer, orgulhando-se, e dizendo que a prova de que Deus está do seu lado é sua riqueza material. Muito da dignidade do ministério se esvai pela ganância e voracidade material. Ouvi esta conversa, numa loja (tive que ouvir, a pessoa gritava no celular): “Irmã, aqui é a missionária Beltrana. Sabe aquela televisão? Tem aqui na loja Tal. Se quiser me dar, eu aceito!”. Isto é deprimente. Um obreiro de Jesus não coage pessoas a lhe presentearem. Tem dignidade. Deus cuida do obreiro fiel, e nada lhe falta. Mas ele não manifesta cupidez por coisas.

Os fiéis seguem o líder. Querem suas carências atendidas, sem compromisso. São assistentes, sem se engajar na igreja. Não são servos de Jesus e da igreja, mas filhos do Rei. O ministério do Pr. Sicrano lhes presta um serviço: satisfaz sua necessidade de adoração (leia-se: colocar suas emoções para fora), massageia-lhes o ego com mensagens tipo “Quem mexeu no meu queijo?”, espera contribuições e não pede engajamento na obra. Não prega o abandono do pecado. É a religião ideal: a pessoa paga e recebe o produto, um bem inelástico, que a deixará satisfeita. O fiel imita Mica: faz seu credo pessoal, escolhe seu sacerdote, paga, e espera a bênção (Jz 17 e 18). Mas no final, como Mica, poderá ficar sem dinheiro, sem seu sacerdote, e frustrado.

O individualismo triunfa sobre o grupo “igreja”. Tanto para o líder, posto acima da instituição (apesar dos seus defeitos, a igreja é instituição divina), como para o fiel, que paga para receber o que espera. O foco não é Cristo crucificado. É o homem. Não é o projeto de Deus. É o da pessoa.

2. Sobre a superficialidade cultural: o mundo é medíocre e promove uma cultura aguada. Isto se reflete no tipo de evangelho pregado e vivido nas igrejas. Honestamente: muitas vezes tenho vergonha de me dizer evangélico. O termo é sinônimo de ignorante, no meio secular. Seguimos a toada do mundo. Temos pregações fracas e cânticos medíocres, na letra e na música. A pobreza musical da maioria de nossos corinhos, pomposamente chamados de “louvor”, é tão notória que dispensa argumentação comprobatória. Só uma geração de poucas letras e fraco gosto musical se deleita com a maior parte eles.

A banalização midiática, aliada à visão de que toda manifestação cultural é rica, cheia de significado, nos fornece uma tranqueira pobre, dimensionada como bem cultural. Pichar é arte. Espancar uma bateria é arte. Borrões em tela são arte. Ajunte-se a preguiça cultural, pois nossa época é de fast food. Não se pesquisa, mas copia-se da Internet. Baixam-se sermões da Internet. O gerundismo mostra a dificuldade de se lidar com o idioma. Não se usa mais o verbo no infinitivo nem reflexivamente. É um tal de “você”, que aborrece. A obstetra dizia, em entrevista, ao repórter: “Quando você sente as dores do parto”. Nem querendo o repórter poderia sentir dores de parto. E vem o comentarista da Globo: “Quando você treina essa jogada, você sabe como é difícil”. Eu não treino jogada nenhuma, cara pálida. Escrevo uma coisa, o sujeito lê outra, e me desce o tacape por eu ter dito o que não disse. Bem, apenas 23% dos brasileiros conseguem ler e interpretar um texto. O nível cultural é fraquíssimo.

Pastor que estuda é ironizado. O professor é um fracassado. É melhor dar uma bola de futebol ao filho que colocá-lo a estudar. Neste contexto, as pessoas não têm capacidade de análise. Aceitam qualquer coisa. Afinal, como disse um político, livro é como aparelho de ginástica: a gente vê e corre. Ninguém quer ler. Quantos crentes lêem a Bíblia diariamente? Quantos já a leram toda? Soou-me absurdo uma pesquisa mostrando que mais da metade dos pastores nunca leu a Bíblia toda. Quantos lêem livros teológicos, estudam, preparam mensagens? Temos púlpitos fracos, de um lado, e gente desinteressada em ouvir alguma coisa, de outro. As pessoas não querem ler, nem ouvir. Querem falar e se soltar. Isto explica o “louvorismo” de nossas reuniões. Ele fornece sentimentos e sensações, mas nenhuma substância. O evangelho se torna um amontoado de sensações, e não a fé na pessoa de Jesus.

Despreparado, o rebanho se torna prato cheio para líderes sagazes. Formatado por imagens e não por letras, o indivíduo despreza a leitura. Gosta de tevê, com luzes, sons e movimentos. Somos uma cultura cada vez mais icônica e cada vez menos letrada. Todo o processo de educação religiosa de nossas igrejas se perde diante da imagem com movimento e som da igreja eletrônica.

A mediocridade do mundo migrou para a igreja. Ao invés de ser modelo, ela é cópia de um mundo pobre, de valores banais. A geração na qual fui adolescente, a dos anos sessentas, queria reformar o mundo. A atual quer o melhor do mundo. A igreja age assim. Ela quer o melhor do mundo, um mundo medíocre, e não mudá-lo.

3. A busca de felicidade. O mundo quer felicidade. Os crentes também a querem, e a igreja, para fidelizar clientes, a oferece. Não no céu, que vai demorar, mas aqui na terra. Esta busca infantil de felicidade, como se fosse uma mercadoria vendida em loja, é responsável por pregação que não corrige nem chama à santidade. Os cultos são roteirizados para que as pessoas se sintam bem, e saiam satisfeitas. A imperfeição e o desagradável devem ser varridos para baixo do tapete. Nos tempos do revival, muitas igrejas tinham os “bancos de confissão”, onde as pessoas que queriam confessar os pecados a Deus se sentavam, mostrando publicamente seu arrependimento. Hoje as pessoas são chamadas para receber a “oração poderosa que quebrará as correntes dos males da vida”.

A proclamação da cruz sumiu diante do oferecimento do trono. A situação de servos de Deus recuou diante do status de filhos do Rei, que reivindicam seus direitos. Embora haja vinte e quatro ocorrências no Novo Testamento sobre “vontade de Deus”, pregadores adoçam a boca de seus ouvintes dizendo que pedir segundo a vontade de Deus é falta de fé. Devemos exigir nossos direitos. Direito é mérito. Temos graça, não mérito. São a graça e a bondade de Deus que nos mantêm vivos. Há um evangelho antropocêntrico, com um Deus que nos deve e se vê obrigado a nós. Este baixo conceito de Deus fere sua dignidade, e distorce toda a teologia. O mantra de Tetzel, “Deus nosso Senhor não é mais Deus; confiou todo seu poder ao Papa”, se transmutou. Agora é “Deus nosso Senhor não é mais Deus; confiou todo seu poder ao ministério Tal”.

Esta visão responde pela perda de santidade e pelo triunfalismo infantil de tantos. Confunde-se fé com arroubo e auto-suficiência. As pessoas firmam seus sonhos pessoais como sendo a vida cristã. Não anseiam pela vontade de Deus, nem aspiram à santidade. Querem ser felizes, alegam ter direitos, e ditam a agenda para Deus.

A mesquinhez de uma sociedade egoísta moldou a igreja. Quando uma igreja não contribui para fim denominacional ou missionário algum, não tem um missionário sequer, um ponto de pregação sequer, e gasta uma fábula com sua quadra de esportes, podemos perguntar: “Qual o conceito de igreja desses crentes?”. Buscam alegria, festa, bem-estar, felicidade. Encontrarão isto fora do projeto de Deus para eles? Há felicidade fora do ensino bíblico?

Alternativa? Sim, há. Uma igreja se reformando à luz da Escritura. Buscando seu rosto no Novo Testamento. Analisando sua prática litúrgica e todo o seu modo de ser à luz da Palavra. Uma volta ao Novo Testamento. Pastores e teólogos devem analisar suas pregações e ensinos à luz da Escritura. A Bíblia não pode ser interpretada pela cultura do mundo. Nem pela cultura da igreja. Estas devem ser avaliadas por ela. Precisamos retornar à Bíblia, ao evangelho da cruz, ao Cristo Exaltado, à pregação de um Deus santo e soberano.

As opções são uma nova Reforma e um novo Reavivamento (que não significa gritaria). Como disse Schaeffer: “Reforma se refere ao restabelecimento da doutrina pura; reavivamento se refere à restauração da vida cristã (…) Os grandes momentos na vida da igreja sucederam quando essas duas restaurações aconteceram simultaneamente: quando a igreja retornou à pura doutrina, e a vida dos cristãos conheceu o poder do Espírito Santo” (Death in the city, p. 12).

Precisamos de homens e mulheres comprometidos com a Bíblia, que amem a igreja, de espírito serviçal, que queiram glorificar ao Senhor Jesus. Assim, a cultura secular não triunfará sobre o evangelho, e o evangelho verdadeiro será conhecido no mundo.

Pr. Isaltino Gomes Coelho Filho
Pastor, conferencista e escritor
isaltinogomes@hotmail.com

domingo, 27 de junho de 2010

Símbolos da Pedofilia que devem ser observados e denunciados

REDE GOSPEL AMADOS DE DEUS





Divulgue e denuncie símbolos da pedofilia


DIVULGAÇÃO OBRIGATÓRIA!




IMPORTANTÍSSIMO CONHECER, MESMO QUE A MAIORIA DAS PESSOAS POSSA ESTAR A USAR POR ACHAR BONITO

Divulgue... DENUNCIE...

SÍMBOLOS DE PEDOFILIA

ATENÇÃO A ESTES SÍMBOLOS DE PEDOFILIA



O FBI produziu um relatório em Janeiro sobre pedofilia. Nele estão colocados uma série de símbolos usados pelos pedófilos para se identificarem. Os símbolos são sempre compostos pela união de 2 semelhantes, um dentro do outro. A forma maior identifica o adulto, a menor a criança. A diferença de tamanho entre elas demonstra a preferência por crianças maiores ou menores.


Homens são triângulos, mulheres corações. Os símbolos são encontrados em sites, moedas, jóias (anéis, pingentes...) entre outros obje
ctos.

Os triângulos representam homens que adoram meninos (o detalhe cruel é o triângulo mais fino, que representa homens que gostam de meninos bem pequenos); o coração são homens (ou mulheres) que gostam de meninas e a borboleta são aqueles que gostam de ambos. De acordo com a revista, são informações recolhidas pelo FBI durantes as investigações. A ideia dos triângulos e corações concêntricos é a da figura maior envolvendo a figura menor, numa genialidade pervertida de um conceito gráfico. Existe um requinte de crueldade, pois esses seres fazem questão de se exibir em código para outros, fazendo desses símbolos bijuterias, moedas, troféus, adesivo e o que mais se queira. Infelizmente, é o design gráfico ao serviço do mal. SE VIR EM ALGUM LADO, DENUNCIE!!!


AO ENCONTRAR UM SÍMBOLO DESTES, AVISE AS AUTORIDADES




Reencaminhe. É importante divulgar

terça-feira, 15 de junho de 2010

Movimento Underground Cristão: Missões urbanas e música em Porto Alegre

REDE GOSPEL AMADOS DE DEUS

A fria madrugada de 12 de junho de 2010 deixará uma lembrança marcante na memória da galera que compareceu no Entre Bar, conhecida casa de música alternativa da Cidade Baixa, em Porto Alegre.

O minúsculo palco da casa que espremeu as bandas Os Encontrados, May Day e Converso, foi o cenário perfeito para arrancar delas um excelente punk rock e um hard core de respeito.

O evento que teve como título “Juntos por uma causa”, deu o ponta pé inicial nos projetos culturais idealizados pela galera do Movimento Underground Cristão, o MUC, como é chamado, e é a iniciativa de alguns cristãos que enxergaram uma lacuna deixada pela Igreja diante do imenso ambiente da música alternativa gaúcha.

O interesse dessa galera não é o de fazer música ou ações que sejam voltadas para o entretenimento gospel, pelo contrário, marca o retorno da própria Igreja ao seu projeto original, que é o de sair ao encontro das pessoas lá fora.

O compromisso com essa filosofia é tanto, que uma das regras para os eventos que o Movimento realiza é a de haver sempre ao menos uma banda convidada que não seja de confissão cristã.

Tudo visando misturar-se à realidade de um mundo não alcançado, proporcionando um comportamento de identificação com quem realmente precisa, sendo verdadeiro Sal da Terra e Luz do Mundo, tentando compartilhar um novo sabor à vida das pessoas e, como um farol que ilumina no meio das trevas, apontando um caminho novo para o publico das tribos emergentes urbanas.

Por Rafael Cardoso, vocalista da banda Reparadores de Brechas

Confira o Twitter do MUC (Movimento Underground Cristão): http://twitter.com/MUC_RS
Confira o Twitter da banda Reparadores de Brechas: http://twitter.com/reparadores

Fonte: Gospel+